MOVIMENTO LEIXONENSE
Mais de um milhar caminhou pelo futuro do Leixões!
LOJA DO MAR
O Leixões está presente no Sr. de Matosinhos! Junta-te ao clube e adquire produtos oficiais!
CAMPEÕES NACIONAIS
Voleibol Juniores Femininos em destaque e venceram por 3-0 o SC Braga
ANGÉLICA ANDRÉ
Nadadora do Leixões bate recorde com 29 anos
CADERNETA OFICIAL LEIXÕES
Futebol e Leixões já tem cadernetas no mercado
Quarta-feira, 31 de Dezembro de 2008
Leixões sem tempo para descansar após ano novo
Entrevista exclusiva do Blog ao Tó Manel
Quando é que surgiu a hipótese de começares a coleccionar as coisas sobre o Leixões?Tinha eu 6 anos quando a minha mãe me ofereceu a minha primeira peça, ou seja um porta chaves em metal. Daí tudo começou…
Qual foi a última peça que recebeste para o Museu?
A última peça que recebi foi um emblema do Leixões feito em latão trabalhado tipo escultura…
Fizeste este ano 25 anos como associado do Leixões. Como é que te sentiste quando envergaste a medalha no passado dia 29 de Novembro?
Quando o presidente Dias da Fonseca me colocou o emblema dos 25 anos de sócio ao peito senti um orgulho enorme em ser leixonense e associado de um dos amores da minha vida. O meu clube…
O que é para ti ser do Leixões?
Para mim ser do Leixões é ser maior, ser mais alto, essencialmente pertencer a um clube que me enche de sentimentos variadíssimos quer quando ganha quer quando perde. Quando o Leixões perde sinto uma grande frustração e uma vontade de me enfiar num buraco durante 24 horas, mas ao mesmo tempo digo para mim principalmente quando perdemos fora que é aqui nestes momentos que se vêm os grandes leixonenses. Nunca tirei a minha camisola e o meu cachecol quando perdemos um jogo fora. Pelo contrário. Reforço mais o meu leixonismo. Dou mostras de dignidade e saber perder e de mostrarmos que nas derrotas o Leixões poderá sempre contar comigo!
Fazes ideia de quantas peças tens no total no Museu?
No museu, neste momento, já ultrapassei as 2000 peças na totalidade contabilizando desde elementos mais minúsculos, como pequenas medalhas a peças de maiores dimensões como bandeiras e objectos feitos em madeira por exemplo.
Daqui a nada não tens espaço para mais nada. Depois onde é que vais colocar as outras peças?
A esta pergunta já me questionei várias vezes… e agora o espaço… e agora onde colocar mais peças… Enfim, tento nos pequenos espaços enfiar mais qualquer coisa e sempre arranjo um sítio!
Qual é a coisa que mais te impressiona no museu?
Os objectos que mais significado têm para mim são vários. Por exemplo: um quadro feito por um cego (um invisual da régua), o Estádio do Mar em cartão feito por um amigo, 2 esculturas feias em pedra branca onde se sobressai o emblema e as ondas do mar, 2 pinturas feitas por um pintor de Matosinhos (uma tela a óleo e um livro pintado), equipamentos antiquíssimos de 1922, 1935, 1938…, medalhas comemorativas de efemérides do Leixões como a vitória da Taça em 1961 contra o FC Porto, quadros que estavam em arrastões de vários barcos e que foram para abate e os armadores ofereceramçme, peças esculpidas em madeira feitas artesanalmente por um senhor de Paredes, vários objectos também trabalhados a madeira fina e fósforos por um senhor amigo de Campanha (Porto) e muitos outros que têm todos eles significado para mim que são bastantes.
Consideraste um fanático pelo Leixões?
Não me considero um fanático pelo Leixões. Apenas tenho um enorme amor pelo clube da minha terra e gosto de dizer aos meus amigos e a todos por onde passe por esse Portugal fora e proclamar e divulgar o emblema e o nome do meu clube. É um gosto enorme dizer principalmente fora de Matosinhos que sou… do Leixões… muitas pessoas interrogam-me se tenho apenas este clube e a minha resposta é sempre a mesma: “Porquê? Desde quando é que é obrigatório uma pessoa ter dois clubes? É um orgulho para mim ser leixonense. Não sou fanático porque sei ver o futebol com harmonia e tranquilidade. Às vezes não dá para ir ver o Leixões e, claro, sofro de outra maneira…
Qual é a coisa que mais gostavas de ter no museu que ainda não surgiu a oportunidade?
Talvez a peça que gostava de ter no meu museu seria um quatro com a fotografia de todos os meus amigos leixonenses a meu lado...
O que significa para ti a sigla LSC?
Esta sigla para mim representa uma grande parte da minha infância começando por ver volei e depois com cerca de 13/14 anos a paixão pelo futebol… Esta sigla LSC para mim é um dos amores da minha vida logo a seguir à minha família e amigos…
Qual é a tua opinião sobre o blog Leixões?
A minha opinião sobre o blog é que está feito com muito amor, por uma pessoa que conheci através do Adelino Costa num jogo particular no Estádio do Mar e fiquei amigo do Hugo, o que me dá grande prazer conhecer o Hugo, o impulsionador desta obra prima que para mim já está dentro dos visionários de todos os sites da internet. É feito com gosto, carinho e muita paixão clubística… Parabéns Hugo
Se estivesses no meu lugar o que mudavas no blog?
Se estivesse no teu lugar não mudaria grande coisa. Acho que este blog está conduzido com muito gosto. Entrevistas, filmes, reportagens, situações diárias sobre o LSC e portanto é indiscutivelmente um meio de informação importantíssimo. Apenas dizer que não mudaria, sinceramente, nada…
Como é que surgiu a paixão pelo Leixões?
A paixão pelo Leixões começou, creio, a partir dos 6 anos. Quando entrei para a escola com 6 anos lembro-me que a professora mandou-nos fazer um desenho e no fim colocar o nosso nome… Pois, então eu fiz um desenho (claro que foi o emblema do Leixões) conforme sabia, ainda eu era pequenito, e depois escrevi na parte final da folha: António Manuel Ferreira Santos Leixões
Quais foram os momentos mais marcantes na tua vida leixonense?
Os momentos mais marcantes na minha vida leixonense foram vários. Posso começar do princípio. (!) Quando era adolescente, aí uns 13/14 anos uma liguilha com o Académico de Viseu e os Nazarenos em que fui para a bancada de madeira e vibrei tanto nesse jogo que ganhamos por 3-2 e fiquei sem voz durante uns dias…
Depois de acompanhar jogos de voleibol, tanto em masculinos como femininos, sozinho tanto no Pavilhão das Antas como no Pavilhão Carolina Michaelis no Porto em que ficava literalmente inundado por adeptos adversários e eu sozinho ali a apoiar o meu Leixões… Depois mais tarde em Penafiele e em Guimarães em que vi apedrejamentos e agressões (coisa que para mim era impensável) e tivemos de fugir a toda a pressa… Também no Marco de Canaveses à noite parecia uma guerra campal… Claro, as tentativas frustradas de subida de divisão com o Maia, Moreirense, Marco, Desp. Aves, etc… em que não subimos por infelicidade. Coisas positivas: a vitória em Braga em 2002 que permitiu a ida à final da Taça, a ida ao Jamor em que foi uma festa fantástica, a viagem à Macedónia que foi uma pequena grande aventura em que vencemos por 2-1 é algo que nunca esquecerei.
Bilhetes para Coimbra custam 10 euros
Adquira já o seu bilhete e desloque-se com a nossa equipa a Coimbra para conseguirmos mais uma importante vitória!
Resultado da Sondagem sobre os séniores do volei
Qual vai ser a classificação final da equipa sénior do volei masculina na 1ª fase do campeonato nacional?*
TOTAL DA SONDAGEM
Qual vai ser a classificação final da equipa sénior do volei masculina na 1ª fase do campeonato nacional?*
entre o 5º e 8º lugar-58
entre o 4.º e o 6.º lugar-52
**total de uma participação de 102 votos
Para jogar de início Sandro está à frente
Faltam quatro pontos para sonhar mais alto
Uma vitória em Coimbra, na sexta-feira, coloca antecipadamente o Leixões na rota desejada, ou seja, a permanência. Com 30 pontos, o horizonte dos leixonenses ficará mais amplo e mais seguro para uma renovação de objectivos. O treinador José Mota, que é ambicioso e já disse que gostaria de continuar bem posicionado na classificação, poderá pensar que a sua equipa tem condições para entrar na primeira metade da tabela.
Se o Leixões continuar a somar, aproximando-se dos 36 pontos ainda longe do final da época, então o prémio aumentará, e as expectativas de um lugar europeu consolidam-se. Mas isto ainda está longe das cogitações, o que não quer dizer que não seja um sonho.
Chegou a vez de Sandro
Regresso ao passado
Já foi há mais de um ano, mas Hugo Morais não se esqueceu do quanto significou o golo marcado em Coimbra, no dia 1 de Outubro de 2007. Não só colocou o Leixões em vantagem, que duraria somente 14 minutos, experimentando pela primeira vez a sensação de apontar um golo na Liga Sagres.A passagem pelo Marítimo foi breve na carreira do esquerdino que se habituou mais à competição da II Divisão. Passou pelo Camacha, Marítimo B, União da Madeira e Barreirense até chegar ao Leixões. É um dos campeões da Liga Vitalis, na época da subida sob o comando de Vítor Oliveira, tendo exibido na época transacta, na I Liga, uma habilidade especial para as assistências. Esta temporada tem sido um dos alicerces do meio-campo do Leixões de José Mota, chegando a ouvir-se rumores de que os turcos do Gençlerbirligi estavam interessados em que o médio seguisse carreira fora do país. Situação que nunca foi formalizada em proposta.
Hugo Morais renovou o contrato, no defeso, até ao final da corrente época, o que significa que a SAD do Leixões poderá vir a efectivar a possibilidade de lhe propor nova prorrogação do vínculo. O que agradaria a Hugo Morais, pois já fez saber que gostava de continuar em Matosinhos.
A visita à Académica, na sexta-feira à noite, traz ao de cima a lembrança da sua estreia. Hugo Morais está também de volta às primeiras opções do treinador José Mota depois de ter cumprido castigo pelo quinto cartão amarelo. Falhou o Estrela da Amadora e a recepção ao Nacional, na abertura do campeonato, por imperativos disciplinares decorrentes da época anterior. Depois fixou-se no onze, sendo substituído por uma vez, frente à Naval.
Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008
Leixões empata a 2 golos na visita a Freamunde
Futebol Formação em destaque na "Voz do Leixões"
Mota quer um finalizador
Regresso em mar calmo
Chumbinho volta à segunda equipa
Assim, Chumbinho e Castanheira regressam à segunda equipa, depois da titularidade contra o Estrela da Amadora.
Angulo espera mais uma semana... por um dia
Brayan Angulo não beneficiou com a antecipação do jogo contra a Académica. É que as inscrições na Liga de Clubes reabrem sexta-feira, precisamente o dia do jogo em Coimbra. Ora, mesmo com o certificado internacional já em Portugal, o reforço colombiano não poderá ser inscrito a tempo. Parece sina deste jovem ter de esperar para concretizar os seus objectivos. Na época anterior, teve de aguardar pelo 18.º aniversário para que o deixassem vir para o Boavista.
fonte: site O JOGO
Sandro poderá ter de esperar mais tempo...
Não está a ser fácil a vida de Sandro no Leixões. O central brasileiro contratado para dar a estabilidade defensiva que falhou em 2007/08 não foi nunca primeira opção. Os cinco meses que leva à espera de uma oportunidade tinham tudo para terminar já esta sexta-feira, mas podem afinal prolongar-se. Isto porque Joel, parado há cerca de duas semanas, volta hoje ao trabalho sem condicionalismos e pode entrar directamente no onze para formar dupla com Nuno Silva, no lugar do totalista Élvis, castigado.
Esta é a grande dor de cabeça de José Mota para a jornada que marca o regresso após as miniférias natalícias. Em circunstâncias normais, jogaria Joel. É mais experiente, tem sido titular e é muito importante na excelente caminhada da equipa. Além disso, está identificado com os colegas e oferece garantias que o desconhecido Sandro ainda não comprovou.
Contudo, Joel fará apenas três treinos antes do jogo, e nem é certo que sejam a cem por cento. Excluir Sandro nestas condições seria vetá-lo a uma exclusão que pode ter marcas no que resta cumprir da época leixonense. Utilizá-lo será apostar no desconhecido, e José Mota não quer facilitar.
Sandro chegou do Grémio Anápolis e revelou algumas dificuldades de adaptação. Estreou-se na derrota caseira contra o Rio Ave, para a Liga Intercalar. Não voltou a ser titular e, entretanto, somou apenas 25 minutos... repartidos por cinco substituições na recta final de cinco vitórias.
O jogador não foi convocado para o jogo de hoje da Liga Intercalar, contra o Freamunde. Ele que, nesta competição, é presença habitual. O sinal indicia titularidade. Mas também pode significar apenas precaução para o caso de não se confirmar a recuperação total de Joel.
fonte: O JOGO
Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008
Ainda não há propostas
«Neste momento podemos dizer que há muito namoro mas pouco casamento. Há muitos interessados nos nossos jogadores, que são muito apetecíveis para os mercados nacional e internacional, mas ainda não recebemos quaisquer propostas», vincou o dirigente, em declarações à TSF.
Vítor Oliveira assumiu ainda que a ideia pelos lados de Matosinhos já nem era bem essa, uma vez que «havia interesse em vender um ou dois jogadores, devido a questões financeiras». Ainda assim, o director desportivo dos leixonenses diz que a situação será resolvida de qualquer outra forma, até pelos bons resultados que a equipa tem vindo a conseguir.
Seginho Baiano > "Está na altura de começar a jogar"
Rúben ainda não jogou na Liga Sagres
Vender por pura necessidade
Muito antes de se usarem as tecnologias que permitiram aos espanhóis acederem à base de dados do jovem cibernauta Pablo Longoria para conhecerem Jorge Gonçalves, o Leixões teve de percorrer um longo caminho. Um percurso possível graças à transferência de Raul Machado para o Benfica, em 1962. O Leixões acabava de participar na Taça das Taças, os encarnados tinham ganho a Taça dos Campeões Europeus. Raul Machado não queria sair para não perder o seu emprego como aprendiz de serralheiro, mas o Leixões não lhe deu outra escolha: ou ia para a Luz ou ficava três anos sem jogar. O clube estava à beira do precipício, e só um bom encaixe financeiro evitaria a queda e a falência. Assim, conta-se que os clubes acordaram o valor para que o Leixões deixasse o desafogo. Uma soma "astronómica", diz-se, e que, além de resolver a crise, permitiu que se avançasse em 1963, pela primeira vez, com uma equipa totalmente profissional. Na época anterior, seis titulares, além de Machado, eram amadores.
Raul Machado foi 11 vezes internacional, chegando a ser pré-convocado para o Mundial'66. No Benfica, ganhou títulos, mas é pelo Leixões que o seu coração ainda bate. O clube ficou-lhe agradecido, e hoje os sócios sabem que, se o defesa não tivesse aceitado mudar-se, provavelmente o clube tinha acabado e hoje não os encheria de alegrias.
Mais quatro negociáveis
Entretanto, a transferência de Filipe Oliveira no defeso interrompeu um período de mais de quatro anos sem qualquer encaixe financeiro, desde a saída de Antchouet para o Belenenses.
Domingo, 28 de Dezembro de 2008
Natação > Amanhã e depois há estágio de cadetes em Fafe
Gala Volei "Orlando Ramos"
A Matosinhos Sport - Empresa Municipal de Desporto - organiza nos próximos dias 29 e 30 de Dezembro e 2, 3 e 4 de Janeiro, a Gala Volei “Orlando Ramos”, com o alto patrocínio da Câmara Municipal de Matosinhos e o apoio técnico do Leixões Sport Clube e da Associação de Voleibol do Porto.Esta Gala destina-se a homenagear Orlando Ramos, por muitos considerado o “Pai do Voleibol”, personalidade que apresenta um percurso notável neste desporto que abraçou há mais de 60 anos, desde o longínquo ano de 1944 onde, segundo o próprio, tomou pela primeira vez contacto com a modalidade através de uma rede de voleibol montada no areal da praia de Matosinhos. Nos dias de hoje, mais afastado, acompanha a modalidade com todo o interesse, continuando a granjear elevada estima e consideração entre todos os agentes envolvidos.
Depois de ter passado pelo Andebol e pelo Basquetebol, foi no Voleibol que descobriu a sua paixão, desempenhando vários cargos no Leixões Sport Clube: fundador da modalidade no Clube, jogador, chefe de secção, dirigente…, tendo ainda exercido funções na Associação de Voleibol do Porto e na Federação Portuguesa de Voleibol.
Obviamente não podíamos deixar de referir também aquela que poderá ter sido a maior “contribuição” do Sr. Orlando Ramos para a modalidade, o já malogrado Ilídio Ramos, seu filho, que enquanto praticante e treinador foi, sem dúvida, um dos expoentes máximos do Voleibol Português.
Como é facilmente perceptível, o passado desportivo do Sr. Orlando Ramos funde-se de forma indelével com o extraordinário palmarés do “seu” Leixões que, neste momento, comemora o 101º aniversário. Desde 1946, ano em que conquistou o seu primeiro título (Campeão Regional da 2º Divisão – Honra – Reservas e 2º Categorias) até aos nossos dias, foram muitos os troféus arrecadados pelo Clube: 8 vezes campeão nacional sénior masculino (mais um titulo da 2º divisão), 15 vezes campeão nacional sénior feminino. A estes troféus devem-se ainda somar 3 títulos nacionais de divisões inferiores, 23 títulos nacionais nos vários escalões de formação, sendo que 12 destes foram obtidos nesta última década, o que demonstra a vitalidade que a modalidade apresenta no Clube.
Quem sabe se não estaremos a assistir ao nascimento de uma nova geração de atletas que possam vir a atingir o reconhecimento que homens e mulheres como Sotter Ramos, Costa Pereira, António Rijo, Humberto Silva, António Cruz, Pedro Cardoso, Vera, Cristina e Teresa Costa Pereira, Emília e Cristina Pereira (que viria a tornar-se Atleta Olímpica na vertente de Voleibol de Praia), Julieta Albuquerque, Helena Ferreira, Luísa Rijo, entre tantos e tantos outros, atingiram, ajudando a fazer a mística do Leixões, transformando-o num clube ecléctico e vencedor que levou – e continua a levar – o nome de Matosinhos bem longe.
Nesse sentido, foi decidido promover a organização de uma gala que, pela sua dimensão, possa cumprir os fins a que se destina, mobilizando um grande número de atletas das camadas mais jovens, possibilitando com isso um maior impacto à homenagem que se pretende efectuar a uma figura marcante de Matosinhos.
A Gala decorrerá nas Naves Costa Pereira e Ilídio Ramos, no Centro de Desportos e Congressos, e contará com a presença de equipas masculinas e femininas dos vários escalões de formação de Clubes convidados para esse efeito – Vitória de Guimarães, Sporting de Espinho, Castelo da Maia, Académica de Espinho, Ala Nun´Alvares e Académica de S. Mamede - para além do Leixões S.C., contabilizando assim um total de várias centenas de atletas (cerca de 700).
Vamos votar no nosso Hino!
Alicerces de luxo são totalistas
Quarta mudança defensiva
O onze do Leixões arrancou a temporada com o lateral-esquerdo Diogo Luís, frente ao Nacional, no Estádio do Mar. A chegada de Laranjeiro mesmo em cima do encerramento das inscrições tirou Diogo Luís da equipa na jornada seguinte, na Trofa. Uma opção técnica que se mantém desde então, embora a contratação do colombiano Angulo deixe antever que o corredor esquerdo da defesa possa sofrer novo reajuste.
A lesão de Nuno Silva em vésperas da visita ao FC Porto forçou mais uma mexida, cedendo este o lugar ao central Joel, que se aguentou na equipa durante oito jogos, incluindo os três compromissos para a Taça de Portugal. Nuno Silva regressou à titularidade adaptado a lateral-direito, quase dois meses depois, como alternativa ao castigado Vasco Fernandes, em Guimarães, sendo primeira opção frente ao Estrela da Amadora, desta feita como central, na vez de Joel, que deixou o jogo dos oitavos-de-final da Taça com o Benfica limitado por uma mialgia. O facto de Joel não treinar normalmente há mais de uma semana permite especular que Sandro terá pela frente a oportunidade de se estrear a titular. Primeiro reforço da temporada, o defesa brasileiro, aconselhado pelo olheiro do Leixões, Nené, tem sido utilizado por José Mota como suplente, não tendo mais do que sete minutos de competição.
Bruno China e Beto firmes
O afastamento de Élvis no jogo de sexta-feira à noite, em Coimbra, reduz o leque de totalistas na equipa do Leixões a Beto e a Bruno China. Curiosamente, já na época passada o guarda-redes e o médio dos leixonenses foram os que mais resistiram no onze.
Braga fez 12 jogos, mas só por nove vezes foi titular. Começou em Belém à quarta jornada, no lugar do lesionado Zé Manel, marcando o primeiro golo, e desde então nunca mais saiu.
Sábado, 27 de Dezembro de 2008
Entrevista a Sandra Castro pelo blog do volei
Leixões pode subir à liderança ainda que provisória
Média de dois meses para voltar a jogar
O caso de Serginho Baiano foi o mais longo de todos: de Julho a início de Outubro, porém, só entrou em jogo no dia 8 deste mês, por apenas um minuto em Guimarães.
A reintegração de Paulo Tavares no último treino antes das miniférias de Natal, ampliou, na altura, o campo de soluções para o meio-campo, mas sem antes Chumbinho ter jogado a médio defensivo, exemplo claro de como a vida não tem sido assim tão fácil para José Mota.
Sexta-feira, 26 de Dezembro de 2008
Sports Bar Leixões
Leixões entra em campo a 2 de Janeiro para defrontar a Académica
Joel > "Luta do título não é nossa"
Vasco Fernandes > "Nasci para estar dentro do relvado"
Apesar de não gostar de projectar o futuro, Vasco Fernandes está preso a um destino que lhe acelera as circunstâncias da carreira. O curioso é que foi um dos últimos reforços a chegar ao Leixões, mas, para trás, num passado mais distante do que Agosto de 2008, tudo começou a aparecer cedo na vida do central que as oportunidades adaptaram a lateral-direito. Na idade de juvenil, quando a ideia de se tornar profissional era só um sonho, já Vasco Fernandes assinava o primeiro contrato a sério, isto aos 16 anos.O percurso na formação do Olhanense foi trilhado de forma sólida, com o jogador consciente do seu valor. Integrou-se no plantel que colocou a equipa de Olhão na Liga de Honra, depois entrou num processo vertiginoso de crescimento como jogador e indivíduo. Um perfil que atraíra Vítor Oliveira, então treinador do Leixões, escolhendo-o para a defesa do onze ideal da Liga de Honra há duas épocas (em votação publicada anualmente por O JOGO). A atracção por Vasco Fernandes perdurou, mesmo após a tentativa gorada de Vítor Oliveira de treiná-lo no Mar. Conseguiu-o esta temporada, mas já com o estatuto de director-geral do Leixões, e assim supriu a ausência de um lateral-direito no plantel de José Mota ganhando também um admirador. "O Vítor Oliveira é uma excelente pessoa, que gosta e pensa o futebol. Temos de lhe dar o mérito, e também a toda a equipa do departamento e funcionários, do sucesso nesta fase do campeonato", realçou.
Não sendo a lateral direita a sua posição de raiz, Vasco Fernandes contrapõe com as vezes em que aí jogou "na Selecção, no Bordéus e no Salamanca". Soma internacionalizações desde os sub-18, tendo terminado a participação nos sub-21 a 13 de Novembro, quando completou 22 anos. Durante esse tempo, reconhece, foi "valorizando a carreira", sempre com o pensamento de "jogar na primeira liga portuguesa".
O sonho realizou-se, assim que o Leixões ganhou o seu concurso. "Nasci para estar dentro do relvado", diz Vasco Fernandes, cerrando o rosto para transmitir uma personalidade forte, de quem sabe o que quer e de quem "gosta mais de pensar do que falar". Defrontou por duas vezes o Benfica e lidou directamente com Reyes; em ambas, Vasco Fernandes só ficou com boas recordações, sobretudo do recente resultado na Taça. "Ganhar ao Benfica é sempre grandioso", rematou.
A bondade de Diogo aceita "mau humor"
Quem os vê chegar todos os dias ao Estádio do Mar fica com a ideia de que são amigos desde a infância. Mas não são. Vasco Fernandes e Diogo Valente formaram uma amizade por intercâmbio de relacionamentos pessoais em comum, que o destino fortificou no balneário do Leixões e se desenvolveu no mesmo prédio onde ambos moram. Ulisses Santos, representante dos dois, acabou por ser um dos elos unificadores. Vasco e Diogo dividem as despesas de deslocação e partilham a mesa nas três refeições do dia, trocando lembranças da passagem pelos sub-21. Nunca se cruzaram na Selecção, pois têm uma diferença de dois anos, mas foi lá que Diogo Valente ouviu "boas referências sobre a boa disposição de Vasco Fernandes", mas não sabia que o defesa "ficava de mau humor sempre que perde nas peladas". Isso nota-se sempre que Vasco Fernandes leva a melhor aos guarda-redes durante os treinos, pela forma efusiva como festeja um golo ou um cruzamento bem medido.
Para o "amigo" Vasco, Diogo "não tem defeitos, surpreendendo por tanta bondade que tem para com os colegas". O extremo-esquerdo escutou o elogio e sorriu "por ouvir só coisas boas" a seu respeito. Mas é na brincadeira que ambos têm um ponto em comum. "Somos muito brincalhões", remataram em uníssono.
Já tem uma assistência e sofreu um penálti
Cumpriu 11 jogos como primeira opção de José Mota, tendo falhado a visita a Guimarães por ter atingido o quinto cartão amarelo, precisamente no momento em que o Leixões foi travado na sucessão de bons resultados, depois da derrota, na abertura do campeonato, no Estádio do Mar, na recepção ao Nacional. Na estatística pessoal, Vasco Fernandes regista uma assistência no golo de Zé Manel, na Trofa, no encontro em que o Leixões iniciou um ciclo de dez jornadas sempre a somar pontos. Sofreu a falta da qual resultou o penálti contra o Paços de Ferreira convertido por Wesley, que assegurou então a vantagem.
Seguir exemplo paterno para gravar o nome
Nasceu em Olhão, entrou nas escolas do Olhanense aos cinco anos pela mão do pai. Herculano, central da década de 1970, serviu de modelo "e de conselheiro". "Sempre quis ser central não só pela influência do meu pai, mas também porque sentia que tinha potencial", disse Vasco Fernandes, orgulhoso pelas histórias que lhe contavam em criança. "Comentavam o quanto ele jogava com tranquilidade e inteligência, superando as adversidades. Era muito correcto, pouco faltoso e pouco nervoso a jogar", contou, numa espécie de contraste com a sua atitude em campo. "Sou mais nervoso, vivo o jogo intensamente, por isso sou mais impulsivo", reconheceu.
Vasco Fernandes mantém na memória as conversas com o pai, Herculano, "sobre as funções de um central", ao mesmo tempo que lhe ampliava o imaginário "para atingir o potencial dele". "Lembro-me de ver jogos dele em cassetes de vídeo", acrescentou.
Na sala dos troféus, observa a Taça de Portugal conquistada pelo Leixões em 1961 e a que recorda a passagem pelo Jamor em 2002. Esta época, a equipa já está nos quartos-de-final, mesmo assim Vasco Fernandes contém o entusiasmo de pensar no futuro, contudo revela a intenção "de chegar ao fim da carreira com o nome gravado honestamente pelo trabalho feito". "Para já, penso jogo a jogo, pois a vida é muito curta", concluiu.
Everton é assunto para depois do Leixões
Se sabe que o Everton anda a seguir a carreira dele no Mar, não comenta e nem dá pistas que conduza este raciocínio a qualquer lado. O que não é novidade para Vasco Fernandes é jogar no estrangeiro. Aos 22 anos, já conta com passagens por Bordéus e Salamanca, reunindo, portanto, uma experiência interessante em campeonatos tão distintos quanto o francês e o espanhol. No regresso ao futebol português, Vasco Fernandes colocou-se na rota de prospecção dos ingleses do Everton, que enviaram, ao jogo do Benfica, dos oitavos-de-final da Taça de Portugal, dois observadores técnicos com uma lista de talentos na qual se incluía o nome do defesa do Leixões. Vasco Fernandes refugiu-se num sorriso perante a pergunta, driblou o assunto e seguiu para a frente com a jogada. "Agora só me interessa pensar no Leixões", retorquiu. Muito bem, o assunto fica pendente até ao final da temporada, mas não esquecido. O Everton não deverá ignorar as possibilidades de atrair um jogador comunitário para a Premier League.
Ele sabe falar com as crianças
Vasco Fernandes conserva uma faceta ainda muito juvenil no seu carácter, tendo demonstrado isso mesmo durante a visita à ala pediátrica do hospital de Pedro Hispano, na passada sexta-feira. O jeito brincalhão do defesa confere-lhe uma elasticidade natural para entender a linguagem das crianças. Vasco Fernandes fez as delícias da pequenada, ajudando Diogo Valente, Rúben, Bruno China e Beto a espalharem uma centelha de esperança num momento particularmente difícil para as crianças, algumas com o sonho de se tornarem jogadores da bola.
Quinta-feira, 25 de Dezembro de 2008
Ontem ainda houve treino
Paulo Machado regressa ao Mar... para visita
Um carro branco, topo de gama, com vidros fumados, jantes pretas e matrícula francesa, atraía as atenções de todos aqueles que ontem iam chegando ao Estádio do Mar para assistirem ao último treino do Leixões antes da consoada. Até que o dono do automóvel surgiu à boca do túnel que liga os balneários ao relvado. Era Paulo Machado, o jovem médio emprestado esta época pelo FC Porto aos franceses do Saint-Étienne e que, na temporada transacta, representou o Leixões na mesma condição. Depois de no fim-de-semana ter marcado o seu terceiro golo na liga francesa - o quarto juntando todas as competições, porque também já facturou na Taça UEFA - na vitória em casa sobre o Auxerre, por 2-0, Paulo Machado viajou para Portugal na terça-feira, a fim de passar a quadra natalícia junto da família, no Bairro do Cerco, no Porto. Aproveitando estas miniférias em Portugal, esteve ontem de manhã de visita ao Estádio do Mar para matar saudades e desejar um feliz Natal a vários jogadores que na época passada foram seus companheiros, como são os casos de Beto, Rúben, Élvis, Joel, Nuno Silva, Hugo Morais, Diogo Valente, Bruno China, Castanheira, Roberto e Nwoko. Feliz em França, onde, nas partidas disputadas em casa, joga, no mínimo, para uma plateia de "20 mil espectadores", Paulo Machado olha também com enorme satisfação para a magnífica campanha do Leixões esta temporada. "A equipa tem estado muito bem e merece tudo o que tem conseguido. Tenho visto os jogos através da RTP Internacional e em breve conto ter os canais portugueses para poder acompanhar ainda melhor", conta, não se mostrando, contudo, espantado com este sucesso leixonense, que a maioria considera ser inesperado. "Sinceramente, esta época do Leixões não me surpreende. Eu sabia que bastava ao Leixões aguentar-se um ano na Liga Sagres para depois se começar a afirmar. Eu sentia que, mais cedo ou mais tarde, este clube podia atingir o mesmo nível do Guimarães, por exemplo", opina. Vinculado ao FC Porto, clube com o qual tem contrato até ao fim da época de 2009/10 - o Saint-Étienne tem opção de compra no término desta temporada -, Paulo Machado não assistiu em directo à vitória do Leixões sobre os azuis e brancos por 3-2, na sexta jornada da liga portuguesa, mas recebeu nesse mesmo dia um testemunho credível de que se fez justiça no Estádio do Dragão. "Tive jogo à mesma hora. Mas o meu pai ligou-me a dar a novidade e disse-me que o Leixões jogou bem e mereceu ganhar. E, sendo ele um adepto ferrenho do FC Porto, é porque foi mesmo assim", relata. Esse foi o ponto de partida para a fama do Leixões, que passou mesmo além-fronteiras. Oportunidade, claro, para Paulo Machado se gabar junto dos colegas franceses. "Mostrava-lhes a classificação e dizia-lhes que na época passada tinha jogado no primeiro classificado. 'Não! A sério?' - respondiam eles", solta.Quarta-feira, 24 de Dezembro de 2008
o "LEIXONENSE"
Era um desejo antigo que agora está visível. O “Leixonense” é uma publicação que será semanal e está hoje disponível em formato PDF e se a quiser adquirir é só fazê-lo para o seguinte e-mail: blog.tuga.news@gmail.com. Peça a sua É GRÁTIS. Não paga nada por pedir nem depois!China é simples até na consoada
Titularidade já não é um sonho
O grande momento chegou quando Chumbinho soube que o quinto cartão amarelo implica o afastamento de um jogador. No Leixões abriram-se duas vagas pelos castigos de Hugo Morais e Roberto Sousa. "Senti que tinha chegado a minha oportunidade", rematou.
Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008
Volei Sénior Masculino > Leixões 0-3 Castêlo
O Castelo da Maia ganhou esta noite fora ao Leixões, por 3-0, com os parciais de 25-20, 25-19 e 25-00, em jogo da décima terceira jornada da A1 masculina em voleibol. Com este triunfo, a equipa maiata mantém o terceiro lugar da prova, com 23 pontos, agora a somente um do Sporting de Espinho e a dois do guia, o Guimarães, ainda que tenha um jogo a mais do que os “tigres”. O Leixões, por seu lado, alcançou o Benfica no quinto lugar, ambos com 19 pontos, se bem que os encarnados tenham um encontro a menos disputado.fonte: O JOGO
Leixões fica em 3.º no torneio Matosinhos Mar
2.º Sporting Clube de Portugal
3.º Leixões Sport Club
4.º Boavista Futebol Clube
5.º Real Clube Celta de Vigo
6.º Deportivo da Corunha
fonte & foto: blog Leixões
Volei > Hoje há jogo grande
Bilhar > Taça do Mundo
O holandês Dick Jaspers – um dos bilharistas estrangeiros que esta época enverga as cores do Leixões, “engordou” recentemente a sua vastíssima galeria de troféus ao conquistar a Taça do Mundo de três tabelas de 2008. Dividida por seis provas, o citado evento acaba por premiar o participante mais regular. E foi isso que se verificou, precisamente com a nova aquisição leixonense, uma das estrelas mais reluzentes do bilhar planetário, que só á sua conta, arrebatou três coroas de louros, a última das quais, conquistada no passado domingo, em Sevilha-Espanha, que contou com a presença de 138 atletas, sendo que 11 viajaram de Portugal. Jaspers esteve igual a si próprio, derrotando uma prestigiada e forte concorrência. Começou por derrotar o turco Tasdemir por 3-0 (15-5, 15-13 e 15-12), depois impôs-se ao japonês Tatsuo por 3-1 (11-15, 15-9, 15-9 e 15-2), afastou nos quartos de final, o belga Eddy Merckx seu novo colega de equipa no Leixões, por 3-0 (15-13, 15-8 e 15-12), nas meias-finais superou o germânico Martin Horn por 3-1 (15-14, 15-7, 5-15 e 15-10), para no jogo do tudo ou nada levar de vencida, por 3-1, com os parciais de 15-6, 14-15, 15-4 e 15-7, o credenciado Torbjorn Blomdhal da Suécia. De referir que Dick Jaspers, foi o vencedor da “etapa” da Taça do Mundo, realizada em Matosinhos, no passado mês de Julho, superando na final por 3-1 Daniel Sanchez. Quanto a Blomdhal leva como recordação, além da medalha de prata da prova, as eliminações de atletas que actuam em equipas portuguesas. Ruben Legazpi, do FC Porto, nos oitavos-de-final, por 3-1, de Jose Maria MAS do Leixões nos quartos de final, por 3-0, e nas meias-finais de Daniel Sanchez do FC Porto, por 3-2. Quanto às presenças portuguesas nesta última edição da Taça do Mundo de 2008, Vasco Gomes, do Benfica, teve entrada directa no quadro principal, beneficiando de um “wild-card” da organização, enquanto o actual nrº2 do ranking Rui Manuel do FC Porto iniciou a sua participação na derradeira fase de qualificação. Quanto à restante delegação lusa que se deslocou a Sevilha, Vitor Fernandes do Leça, Manuel Costa da Galpenergia, Alípio Jorge do FC Porto, Francisco Graça do FAC, Fernando Maia do Benfica, Luís Santos, Miguel Santos, Jose Antunes e o jovem de apenas 14 anos de idade João Ferreira da Casa do Porto de Espinho, iniciaram a sua participação nas fases de pré-qualificações.Rui Manuel deixou boa imagemDa presença portuguesa, o grande destaque, vai para a prestação de Rui Manuel, o qual, esteve a um pequeno passo de inscrever uma das páginas mais gloriosas do bilhar nacional. Depois de ter ultrapassado com classe, a fase de qualificação com duas vitórias diante dos espanhóis Escribano e Martin Salas com média geral de 1,085, o atleta azul e branco defrontou no quadro principal o seu colega de equipa o catalão Daniel Sanchez, actual nrº 2 do ranking mundial e um dos principais favoritos à conquista do troféu. Depois de ter vencido os dois primeiros “sets” por 15-13 com uma série de 11 carambolas consecutivas e 15-14, o atleta luso acabou por ceder no terceiro “set” na “negra” por 14-15. A partir daí, a maior valia de Sanchez veio ao de cima, mas sempre com uma excelente replica de Rui Manuel, que acabou por ceder os dois derradeiros jogos por 12-15 e 10-15, perdendo o encontro por 2-3, com uma média de 1,320, enquanto Sanchez concluiu com 1,411. Ainda no quadro principal, Vasco Gomes teve uma prestação honrosa e faltou muito pouco para seguir em frente na prova, acabando por sair da liça diante do nipónico Funaki, num encontro que registou um grande equilíbrio, que viria a ser favorável ao asiático por 3-2, com os parciais de 14-15; 15-4; 15-5; 7-15; 15-12. Para a história desta Taça do Mundo, fica a excelente presença dos dois atletas que integraram o quadro principal. Quanto aos restantes, registo ainda para Alípio Jorge, que depois de ter ultrapassado uma fase de qualificação, terminando no primeiro lugar do grupo com duas vitórias, acabou por ser afastado na ultima “etapa” de qualificação para o Quadro final, soçobrando diante de dois atletas mais cotados, o turco Tayfun Tasdemir e o Grego Kasidokostas.foto: arquivo blog
Os seus primeiros troféus
Agora, Beto e Braga terão de pensar num espaço especial em casa para colocar uma bola em vidro, mas com a consistência da perseverança na concretização de sonhos. "Só tinha ganho um prémio como melhor marcador no futsal quando jogava pelas escolinhas do Salgueiros", comentou Braga, num misto de surpresa e satisfação no momento em que agarrou o troféu, o mesmo a que teve direito Beto. "Deste género, é o primeiro. O que fui ganhando foi em torneios para as camadas jovens como melhor guarda-redes", declarou Beto, grato pelo reconhecimento "pela regularidade" das suas exibições na baliza do Leixões. "Este será um dos melhores presentes que receberei no Natal", acrescentou o guarda-redes, ao lado de Braga que não esconde a vontade em "receber uma proposta boa de contrato".
Braga em Outubro
Marcou dois golos portentosos no Estádio do Dragão, colocando a equipa em vantagem por duas vezes, no quarto jogo como titular.
Beto em Novembro
Em cinco jogos nesse mês, o mais significativo de todos foi o de Alvalade. No regresso ao clube da sua formação, o guarda-redes rubricou uma exibição soberba.
Entrevista ao Professor Mário Martins
Segunda-feira, 22 de Dezembro de 2008
Beto e Braga distinguidos pelo Sindicato de Jogadores
Braga e Beto, profissionais do Leixões Sport Club Futebol SAD, foram eleitos futebolistas do mês de Outubro e Novembro da Liga Sagres de Futebol. A escolha, é da responsabilidade do Sindicato dos Jogadores de Futebol Profissional.Jantar de confraternização
Os profissionais de futebol do Leixões voltaram a encontrar-se à mesa, é um hábito regular que une e reforça o espírito de grupo.O jantar do último domingo após o jogo com o Estrela da Amadora num restaurante de Leça da Palmeira onde as ementas brasileiras são rainhas, teve a particularidade acrescida de se inserir na quadra de Natal.Desta vez coube a Nuno Silva um dos capitães dos Leixonenses, a tarefa de caprichar para que nada faltasse neste encontro em que para além dos jogadores foram convidados: a administração da SAD Leixões S C, equipa técnica, a equipa médica e o director de comunicação.Volei > Infantis vencem por 3-0
Parabéns aos pupilos do Prof Bruno Costa.
Reacção de José Mota ao encontro
"Nos primeiros vinte minutos foi extremamente dificil. Tentei mudar o modelo de jogo e depois com a largura que tivemos na frente de ataque, demos mais alguma agressividade em termos ofensivos. Melhorámos muito. Tivémos muitas oportunidades de golo. Não me recordo de uma oportunidade de golo do Estrela da Amadora. A segunda parte foi completamente diferente, fomos mais dinâmicos, mais agressivos. Merecíamos ter vencido este jogo. Não estava a ver reacção por parte do adversário para chegar ao golo, só podia ter saído do lance que foi. Especialmente pelos segundos quarenta e cinco minutos merecíamos ter ganho o jogo. Não me parece ser penalti, é mais bola na mão do que mão na bola. A nossa dinâmica merecia ser premiada com os três pontos. Queríamos ter dado à nossa massa associativa a vitória."Chumbinho > "É tão dificil entrar num onze como o do Leixões"
Bruno China em relação ao penalty
Liga Sagres > Leixões 1-1 Estrela Amadora

Na 12ª jornada da Liga Sagres, o Leixões recebeu, no Estádio do Mar, o Estrela da Amadora. A turma lisboeta que actualmente vive uma grave crise financeira, deslocou-se ao Estádio do Mar para complicar a vida ao Leixões.A turma leixonense iniciou a partida com três baixas relativamente à última partida, Roberto Sousa e Hugo Morais castigados e Joel lesionado, não puderam dar o seu contributo à equipa. O jogo começou numa toada muito fraca, com o Estrela da Amadora a jogar na expectativa, tentando sair rapidamente para o contra-ataque. Apenas aos 12 minutos, surgiu a primeira jogada com algum perigo, cruzamento de Diogo Valente e Braga a antecipar-se, cabeceando ao lado. Oito minutos volvidos, remate de longe de Castanheira com Nélson a desviar para canto. O Estrela da Amadora apenas chegou com perigo, pela primeira vez, à baliza leixonense à passagem do minuto 27, pontapé de canto de Celestino com Anselmo a cabecear para Beto segurar o esférico. No minuto 32, por muito pouco o Leixões não inaugurou o marcador. Remate de Braga, de fora da área, com Nélson a ter muitas dificuldades para manter o esférico fora da baliza, a bola sobrou para Diogo Valente que, sem ângulo, rematou com o esférico a ficar entre as pernas do guarda-redes amadorense. Grande felicidade para a turma do Estrela que cinco minutos depois, num contra-ataque rapidíssimo podia mesmo ter chegado ao golo, Celestino entrou pela faixa central e deu para N'Diaye rematar com pé esquerdo, à malha da baliza de Beto. O primeiro tempo chegava ao fim com quarenta e cinco minutos fracos, o Leixões tentou impôr o seu futebol mas o Estrela da Amadora ia sempre quebrando o ritmo, explorando os contra-ataques.Na segunda parte, o Leixões entrou com outra atitude, exercendo maior pressão sobre o último reduto estrelista. Aos 47 minutos, alívio de um defesa contrário que embateu em Vasco Fernandes e quase entrou na baliza de Nélson. Três minutos volvidos, pontapé de canto de Diogo Valente com Bruno China a cabecear à trave. Era o aviso para o que vinha a seguir. Minuto 58 da partida, pontapé de canto de Diogo Valente com a bola a sobrar para Wesley, em esforço, rematar com Nélson a tirar a bola já dentro da baliza, estava feito o mais difícil. O Leixões colocava-se assim em vantagem e podia mesmo ter acabado com a partida logo a seguir, não fosse o remate de Wesley após passe da direita, ter saído enroscado. Braga também teve uma boa oportunidade para ampliar o marcador, mas Nélson negou-lhe o golo com uma boa intervenção. Aos 68 minutos, livre para o Estrela marcado para o segundo poste, onde Vidigal cabeceou com a bola a sair a poucos centímetros do poste. Aos 78 minutos, grande penalidade assinalada para o Estrela da Amadora, num lance em que após alivio de Beto, a bola vai à mão de Bruno China. O árbitro decidiu ajuizar a grande penalidade, mas ficam muitas dúvidas no lance. Na conversão, Celestino não deu hipótese a Beto e equilibrou o resultado. Resultado este que até final não mais se alterou premiando sobretudo a equipa tricolor que claramente veio à procura do empate. O Leixões sai penalizado de uma partida que tinha tudo para vencer, apesar da exibição menos conseguida da equipa. Apesar do resultado menos positivo, o Leixões continua a fazer um excelente campeonato, estando a duas vitórias da tão almejada permanência. O campeonato volta dentro de duas semanas, devido à quadra natalícia, com a deslocação da turma leixonense a Coimbra, na 13ª jornada da Liga Sagres.
Domingo, 21 de Dezembro de 2008
Minuto a Minuto > Leixões (1-1) Estrela Amadora



















