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Carlos Oliveira em manifesto aos associados

Carlos Oliveira lança comunicado aos associados
Como tinha prometido, depois da última Assembleia Geral, gostaria de convosco reflectir sobre os factos acontecidos e sobre o que de importante eu entendo se deveria ter feito, que era esclarecer devidamente todos os sócios, pois é fundamental que na nova Assembleia Geral, para o próximo dia 3 de Setembro, todos estejam cientes do que se vai votar. 
Não quero contudo deixar de salientar que, apesar de todas as alegações, a Assembleia Geral passada foi absolutamente legal e a maioria dos sócios presentes demonstrou o seu querer, ainda que alguns nas redes sociais queiram fazer passar uma ideia diferente, mas muitos desses que por aí andam a escrever nem sequer lá estiveram, uns porque não são sócios, outros porque há muito não pagam as quotas. São efetivamente estes que se dizem Leixonenses, mas que não cumprem com as suas mais elementares obrigações, que mais barulho fazem e reclamam, porque só pretendem para si protagonismo ou porque perderam mordomias. 
É importante os sócios começarem a distinguir estas pessoas que falam mal de tudo, mas que não são sócios ou não pagam quotas. Quero também dar uma palavra de apoio ao Movimento União Leixonense, principalmente àqueles que muito trabalharam para apresentar as suas ideias e promover o Leixões; pela primeira vez nos últimos anos um movimento de sócios juntou-se para colaborar e debater ideias; mesmo que, por vezes, as ideias que temos não sejam as que serão seguidas, é importante o debate sério e, por isso, seria importante que o Movimento não deixasse de se encontrar e de apresentar ideias. 
Eu entendo que por vezes o resultado do nosso trabalho não resulta como esperamos, mas não devemos desanimar nem deixar o espaço para os que só sabem destruir. Como resultado desses debates veio a ideia que alguns já há algum tempo querem fazer sentir, de que a redução do número de sócios ocorreu porque as quotas foram aumentadas na Assembleia Geral de Junho de 2008; pessoalmente acredito que a redução que se foi sentindo depois dessa ocasião se ficou a dever mais à descida de divisão do que ao aumento das quotas, mas também não posso deixar de aceitar que isso possa ter ajudado, juntamente com a crise do país que apareceu logo depois. Creio que quem esteve nessa AG de Junho de 2008 ainda se lembra que o aumento das quotas e a alteração em relação aos reformados não aconteceu por iniciativa da Direção, mas por iniciativa de um grupo de sócios presentes. 
E não podemos esquecer que, independentemente das nossas opiniões, são as deliberações da AG que decidem como fazer para o futuro. 
Antes de Junho de 2008 a quota normal era de 6,25€, os reformados pagavam 3,00€ e os menores pagavam 1,50€; nessa Assembleia Geral ficou decidido que a quota normal passava para 8,50€, a de reformado para 5,00€ e os menores pagariam 3,00€. Agora, por iniciativa do Movimento União Leixonense, pretende-se que se alterem as categorias de sócios, que passariam a ter esta designação e a nova quota: HOMEM (6,50€) , MULHER (5,00€), REFORMADO (4,00€), MENOR (2,00€), ESTUDANTE (2,00€) e PRESTÍGIO (10,00€). 
Claro que há sócios que, devido às dificuldades que o CLUBE atravessa, são de opinião que as quotas não deveriam baixar, pois já como estão não são suficientes para pagar os encargos do dia a dia do CLUBE. É isto que interessa conhecer e, por isso, debater para se tomarem as decisões com base em opiniões maduras. 
Para que isso aconteça é que se vai convocar uma nova Assembleia Geral, que deverá também aprovar que as votações sejam por voto secreto, para que ninguém se sinta pressionado a votar num ou outro sentido, mas sim de acordo com a sua consciência. Deve também ser posto à votação se os sócios pretendem alterar as categorias existentes e depois o seu valor. 
Algumas mulheres que são sócias colocaram a situação de que não compreendiam por que havia distinção entre Homem/Mulher, mas creio que isso deve ser votado para se seguir a vontade da maioria porque também essa é uma proposta do Movimento União Leixonense. 
Depois de uma Assembleia Geral só sobre estes temas, e votada com tranquilidade, poderemos todos juntos trabalhar para engrandecer o CLUBE e deixarmos de lado certas alegações que só nos dividem. O voto da maioria dos sócios, que estejam em condições de votar, é que deve decidir o futuro e, por ser por maioria, deverá ser acatado por todos. 
VIVA O LEIXÕES! 

Carlos Oliveira
(Vice-Presidente do Leixões Sport Club e Presidente da Leixões SAD)
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