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Nuno Silva em entrevista ao JN

Nuno Miguel Costa Silva ou simplesmente Nuno Silva é um dos capitães e, aos 35 anos, conhece, como poucos, o Leixões Sport Club.
O 3 leixonense deu uma entrevista ao Jornal de Notícias onde fala abertamente de tudo: desde a posição na tabela classificativa, à demissão de Carlos Oliveira do clube passando pelos anos de casa e pela falta de apoio dos leixonenses.
A representar pela 11.ª época o Leixões, Nuno Silva começa por referir que a Liga Orangina “é uma loucura pois há muito equilíbrio” acrescentando que “têm acontecido algumas lesões mas o mister tem procurado soluções dentro do próprio grupo”. Quanto à demissão de Carlos Oliveira de presidente Nuno Silva fala num “homem sério e [que] honra os compromissos. Tem feito sacrifícios pessoais e tem-se prejudicado a nível empresarial”. O capitão pede mais apoio “da cidade de Matosinhos que tem estado desligada do Leixões. Há menos gente a assistir aos jogos no estádio, mas só com união é que poderemos alcançar os objectivos” Quando fala refere-se “às empresas, aos adeptos, toda a gente que está envolvida com o Leixões”. Quanto ao afastamento dos adeptos leixonenses Nuno descreve-os como “pouco pacientes” acrescentando logo de seguida que “querem vitórias” Dá o exemplo do último jogo diante do CD Feirense “um pequeno grupo insultou o Ricardo e isso não posso admitir. O apoio tem de ser incondicional e, no fim, logo se fazem as contas e estamos cá para dar o corpo às balas (…) Temos de estar unidos até porque o objectivo de subida está intacto”.
No que respeita aos salários Nuno Silva que “tem havido alguns atrasos” e que isso pode afectar os jogadores porque “têm os seus compromissos e não querem falhar”. A confiança em Carlos Oliveira é motivo para tranquilidade porque “acreditamos na palavra dele”.
O golo que abriu o caminho à vitória diante do Feirense não foi esquecido porque “foi importante para a equipa, pois foi o início da reviravolta, e para mim também, pois, de facto, já não marcava um golo pelo Leixões desde a época em que jogávamos na II Divisão B”. Quanto ao futuro Nuno Silva refere que “o Leixões sempre teve jogadores de formação e o futuro tem de continuar a passar por aí” acrescentando que para isso “tem de existir uma base sólida”.
Quanto ao ambiente no balneário é “saudável. O Grupo está unido e a equipa técnica tem procurado dar resposta aos problemas”. A confiança transmitida pelo técnico Augusto Inácio também é importante apesar de já ter sido criticado “porque no futebol infelizmente continua a imperar a ideia de que quando se ganha somos os melhores do Mundo e quando se perde somos os piores e já não servimos para o clube”.
JN
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