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Leixões vence em Braga e continua na liderança do campeonato

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Todos os escalões do futebol numa só caderneta que ficará para a história do Leixões SC

Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

O JOGO > 11.ª Jornada

Domingo, 29 de Novembro de 2009

Marítimo vence o Leixões em volei sénior

O Leixões defrontou esta tarde o Marítimo em jogo a contar para o campeonato de volei sénior masculino. No último jogo da 1.ª volta da Divisão A1 frente a frente Marítimo e Leixões com a equipa insular a levar a melhor durante os 3 set da partida. O resultado dos parciais foi 30-28, 25-15 e 25-23 tendo o resultado de 3-0.
No 1.º jogo da 2.ª volta o Leixões defronta o Benfica na Nave Ilídio Ramos!

Volei Sénior Feminino perde por 0-3

O Leixões Sport Club recebeu ontem em volei sénior feminino o Gueifães no Pavilhão Ilídio Ramos. O resultado final foi de 0-3 com parcias de 16-25, 16-25, 19-25. Força meninas e prof!

Braga quer "regressar às vitórias frente ao Braga"

«Acho que este resultado só foi mau em termos de classificação final, porque depois de estar a jogar em inferioridade numérica, conseguir empatar acaba por ser um bom resultado e, além disso, é o nosso primeiro ponto fora de casa. É um ponto importantíssimo para nós.»
«Agora vamos pensar no Sp. Braga, um adversário muito complicado, mas vamos jogar para ganhar. O nosso objectivo é regressar às vitórias já frente ao Sp. Braga.»
[Sobre a contestação dos adeptos:] «A equipa compreende que os adeptos não estejam satisfeitos. É normal, até porque ainda têm presente a imagem da equipa do ano passado. Mas esta é uma equipa nova, chegaram muitos jogadores e estamos a tentar fazer o melhor para o Leixões. Respeitamos a opinião deles e vamos dar tudo em campo para melhorar»
fonte: site Mais Futebol

Minuto a minuto > Paços (1-1) Leixões

17:51 Face às incidências do encontro, o Paços deixou fugir dois pontos, em casa. Estava a ganhar e com mais um homem em campo, com notório ascendente no jogo, mas permitiu o empate de um Leixões muito aguerrido e que fez das tripas coração, merecendo o justo tributo dos seus adeptos que se deslocaram à Mata Real.
17:50 FIM DO JOGO
90'+3 Última chance para o Paços. Remate de longe do inevitável Cristino. Muito alto.
90'+3 Sai: Pouga e entra: Trombetta
90'+1 Livre apontado por Maykon com Diego a voar para a sua direita e a defender para canto
90'+1 A confirmar-se o empate, o Leixões conquista o primeiro ponto fora, enquanto o Paços continua sem vencer em casa
90' Vão jogar-se mais 3 minutos de compensação
89' Reduzido a dez jogadores, o Leixões defende-se como pode
89' Cristiano é o mais inconformado no Paços e como o coletivo não resolve está a procurar as jogadas individuais. Numa delas, conseguiu rematar mas a bola bateu num defesa e saiu para canto. O guardião Diego afastou com os punhos
86' O Leixões procura somar o primeiro ponto fora de casa
85' Intensa pressão dos pacenses mas o Leixões resiste com menos uma unidade
82' O Leixões procura defender o empate, encontrando-se disposto sobre o seu meio-campo defensivo
81' Sai: Braga Entra: Fábio Espinho
80' Livre perigoso para o Paços de Ferreira. Na recarga, Olimpio atira ao lado.
79' Sai: Filipe Anunciação Entra: Fábio Pacheco
77' A formação da Capital do Móvel procura agora de forma mais insistente a baliza contrária, embora de forma inconsequente
76' Amarelo aBragaPor falta sobre Baiano
73' Sai: Manuel JoséEntra: Carlitos
70' GOOOOOOOOOOOOOLO de Hugo Morais Penálti a castigar mão de Danielson na área pacense, numa disputa de bola com Pouga
68' Paixão expulsa Jorge Mendonça, um dos treinadores leixonenses, que reclama um cartão para um jogador pacense
67' Vermelho directo para Jean Sony.O médio entrou de carrinho, com tudo, sobre Cristiano
64' Amarelo paraBaiano. O defesa foi sancionado por protestos
62' O Paços vai controlando esta partida. O jogo não foge muito da toada da 1.ª parte, continuando bastante equilibrado. A vantagem é curta, mas a equipa da casa procura controlar o tempo e o resultado
61' Os adeptos leixonenses continuam incansáveis no apoio à equipa de Matosinhos
60' O Leixões começa a solicitar a cabeça de Pouga. Sony cruza, o camaronês sobe com Cássio mas o guarda-redes rebate com os punhos. Bruno Paixão considera falta do avançado leixonense, perante os protestos da claque da equipa de Matosinhos, colocada atrás dessa baliza
59' Amarelo a Filipe Anunciação. O agora capitão pacense, após a saída de Pedrinha, carregou Bruno Gallo no meio-campo
58' Baiano está a ser assistido. O Paços de Ferreira não parece satisfeito com a magra vantagem enquanto o Leixões vai tentar o empate, apostando na força e potência do avançado camaronês Pouga.
57' A formação de Matosinhos procura dar um novo rumo às incidências de uma partida maioritariamente dominada pelos visitados
56' Sai: Léo Entra: Pouga
55' O Paços de Ferreira continua a carregar. O remate do extremo Cristino encontra um defesa leixonense no caminho
53' O Paços esteve perto do segundo golo. Manuel José surge solto na direita e remata cruzado mas Diego defende com o pé para canto
51' O avançado brasileiro emendou à boca baliza, concluíndo triangulação que envolveu Manuel José e Roncatto. A mudança operada por Ulisses Morais já deu resultado
50' GOOOOOLO de William
48' Quarto remate do Leixões. Fernando Alexandre atira de longe mas ao lado. Para além da chuva, está frio na Mata Real, com o termómetro a marcar 9 graus
46' Sai: Pedrinha Entra: Roncatto Com esta substituição, o técnico Ulisses Morais reforça a frente ofensiva
46' RECOMEÇA O JOGO
17:00 O Leixões vai iniciar a segunda parte com três jogadores "amarelados", consequência das 15 faltas que cometeu na 1.ª patrte, contra apenas três do seu adversário. Tiago Cintra deverá ser a primeira opção leixonense para abrir caminho para os 3 pontos de que o Leixões necessita.
16:48
INTERVALO O Paços de Ferreira está a ser a equipa mais consequente e já podia ter marcado. O Leixões está muito preso de movimentos mas continua coeso na sua defensiva. A segunda parte será ainda mais dífícil pois continua a chover e o relvado está agora pesadíssimo.
45' Amarelo para LéoO avançado leixonense chutou a bola para evitar a marcação rápida de uma falta
43' Amarelo Nuno Silva que reclamou uma falta que o árbitro não assinalou
40' O Paços de Ferreira continua a ter maior posse de bola na partida
37' Amarelo para Tucker. O defesa leixonense agarra Manuel José quando este se isolava no corredor esquerdo
36' O Paços de Ferreira, 11.º colocado da Liga, soma 10 pontos no campeonato
35' O Paços quase marca após livre na asa direita. A bola sobra para Ricardo, dentro da área, e o remate leva o selo de golo mas a bola tabela na perna de Tucker e sai para canto
33' Mais uma vez Cristiano a criar perigo no Paços. Desta vez solicitado por Maykon. O remate do brasileiro sai fraco, directamente para as mãos de Diego. Continua a chover em na Mata Real e o relvado começa a ressentir-se
32' O Leixões ocupa a penúltima posição da Liga Sagres, com apenas 8 pontos, menos um que a Académica, último classificado
32' João Fonseca, um dos adjuntos de José Mota, assume o comando da equipa leixonense esta tarde
30' Cristiano fura pela esquerda e cruza rasteiro mas a defesa leixonense consegue aliviar
28' A partida continua muito dividida com o Paços a procurar assumir as despesas do jogo. Por seu lado, o Leixões procura responder em contra-ataque
26' Grande oportunidade para o Leixões. Canto apontado por Hugo Morais na direita e a bola a sobrar para Fernando Alexandre. O médio, que está de regresso após longa paragem devido a lesão, tenta colocar a bola no ângulo, com o pé direito, mas esta sobe ligeiramente por cima da barra. Tudo num ambiente de noite cerrada, já com as torres de iluminação do estádio ligadas
21' Chove torrencialmente em Paços de Ferreira. Condicionado pelas más condições climatéricas, a qualidade do encontro piorou
20' Devido às críticas dos adeptos, a equipa técnica de Matosinhos procurou salvaguardar os jogadores no decorrer da semana. O Leixões ultrapassa um dos piores momentos desde que regressou à 1.ª Liga. A formação do Mar soma 4 derrotas consecutivas
18' Hugo Morais cruza da direita e Braga consegue cabecear mas para as mãos de Cássio. Estava, porém, em fora-de-jogo
17' O Leixões desloca-se à Mata Real, depois de no passado fim-de-semana ter sido eliminado da Taça de Portugal pela modesta equipa do Aliados
16' Primeiro ataque concluído pelo Leixões mas Sony hesita muito dentro da área e eacaba por rematar cruzado e fraco, para defesa fácil de Cássio
16' O técnico leixonense José Mota, que cumpre castigo, estará algures na bancada da Mata Real, numa casa que lhe é bem familiar
15' Depois do sol ter aparecido no início do jogo, escurece bastante e começa a chover. O árbitro Bruno Paixão manda ligar as luzes
13' Filipe Anunciação solicita William mas o ponta-de-lança não consegue emendar a bola que saiu em balão
12' O Paços de Ferreira procura conquistar a primeira vitória em casa. O treinador Ulisses Morais salientou no decorrer da semana que o palntel está moralizado pelos últimos resultados positivos. Os pacenses pretendem dar seguimento à melhor série da temporada, com três vitórias consecutivas
9' Está frio na Mata Real, e começam a cair as primeiras gotas de chuva
7' Grande iniciativa de Baiano no corredor direito, a tirar dois adversário da frente e a ganhar posição para um remate que saiu torto
6' A equipa da casa domina os primeiros minutos da partida
Recorde-se que a formação de Matosinhos celebrou, no sábado, o seu 102º aniversário. Os adeptos leixonenses não esqueceram a data
1' O Leixões apresenta-se em 4x3x3 com o central Nuno Silva encostado à direita e o brasileiro Bruno Gallo a fechar na esquerda
16:03 INÍCIO DO JOGO

Mota volta às origens

O peso das quatro derrotas consecutivas que o Leixões de José Mota carrega na visita ao Paços de Ferreira só é atenuado pelo facto de a equipa que Ulisses Morais herdou de Paulo Sérgio ainda não ter vencido qualquer partida, na Mata Real. Ainda assim, chega a este jogo que devolve às origens o técnico leixonense com um registo de vitórias acumuladas noutras paragens, e o conforto classificativo que o adversário perdeu, tendo com ele visto partir a paciência dos adeptos, sobretudo, depois da eliminação da Taça de Portugal, pelo Aliados de Lordelo, da II Divisão. José Mota fez-se treinador assim, a transformar equipas improváveis em fenómenos - o Leixões da época passada era isso mesmo, uma finta brilhante às limitações da SAD, à crise que nem sempre se consegue driblar. Obrigado a vencer, vê-se perante a necessidade de baralhar de novo as peças, na tentativa de chegar à fórmula da vitória. Com escassas opções - não conta com Zé Manel, castigado -, recuará o médio Hugo Morais para a defesa, num exercício de sacrifício que exige mais da mente do que de qualquer opção táctica tomada.
fonte: O JOGO online

Sábado, 28 de Novembro de 2009

Machico vence Leixões em volei sénior masculino

O Leixões disputou na tarde deste sábado na ilha da Madeira o penúltimo jogo da primeira volta do campeonato. Frente a frente AD Machico e Leixões SC para mais um jogo que viria a ser mais uma derrota para o Leixões. No entanto a diferença de parciais entre uma e outra equipa não foram muito grandes pelo que dá para perceber que o Leixões apesar de ter saído derrotado jogou bem. 3-0 a favor do Machico foi o resultado final com set de 25-20, 25-22 e 25-20. Amanhã é a vez de jogar contra o Marítimo também na Madeira!

Convocados para o Paços-Leixões

Da lista de convocados destaque para o regresso de Fernando Alexandre afastado durante vários meses por lesão e para a estreia nos convocados de Seabra!
Guarda-redes: Berger e Diego
Defesas: Ruben, Nuno Silva, Trombetta, Tucker e Sony
Médios: Wênio, Bruno Gallo, Fábio Espinho, Cauê, Hugo Morais, Fernando Alexandre e Seabra
Avançados: Braga, Léo, Tiago Cintra e Pouga

E que tal MV03 "Matosinhos Vermelho"?

Têm 300 sócios pagantes e estão constituídos como associação desde 2003. A claque "Máfia Vermelha" quer ser reconhecida pelo Conselho Nacional e Segurança no Desporto (CNSD), ponderando mudar de nome para "Matosinhos Vermelho". Segundo a Lei 39/09 que entrou em vigor em Julho deste ano, não podem utilizar aquele nome e, como outras claques organizadas, estão impedidos de entoar cânticos ou exibir tarjas alusivas à violência, ao racismo e à xenofobia. Jorge Moreira, da Direcção, espera por uma resposta da exposição feita ao CNSD, acreditando que brevemente o assunto ficará resolvido, até porque estarão "sempre do lado" da equipa de José Mota e de todas as equipas do Leixões. E esperam, também, que a Direcção cumpra "o que prometeu": "Reforços em Janeiro". Carlos Oliveira, presidente no Leixões, disse que "esta Direcção sempre cumpriu o que prometeu". E reforçou a ideia expressa no princípio da semana: "Se for preciso mudar, em Janeiro fazemos mexida."
fonte: O JOGO online

Fernando Alexandre a titular

Fernando Alexandre vai ser titular amanhã em Paços de Ferreira. Desde 18 de Setembro, na recepção ao Guimarães, que o mé3dio emprestado pelo Braga não alinha na Liga Sagres. Recuperado de um problema físico, jogará ao que tudo indica, no lugar mais recuado do meio-campo completado por Wênio e Hugo Morais. Hoje de manhã a equipa volta a treinar, à porta fechada para sócios e jornalistas, depois de ontem, num treino aberto, Nuno Silva - central que tem feito dupla com Tucker - ter saído mais cedo, mas deve jogar amanhã.
fonte: O JOGO online

Diogo Valente está de volta?

É praticamente certo que Diogo Valente vai regressar ao Leixões em Janeiro. Na reabertura do mercado, o extremo-esquerdo será emprestado pelo Braga, clube pelo qual assinou um contrato de três anos em Junho deste ano.
O esquerdino é pretendido por José Mota e, ao que foi possível apurar, terá sido estabelecido um acordo entre António Salvador, presidente do Braga, e Carlos Oliveira, presidente do Leixões, que na quarta-feira estiveram juntos no Dragão a ver o FC Porto-Chelsea, da quinta jornada da fase de grupos da Champions. Ulisses Santos, representante do jogador natural de Aveiro que se formou no Beira-Mar e no Boavista, garantiu que "não há convite do Leixões", acrescentando mesmo: "Não há intenção de sair da parte do Diogo. E tanto quanto sei, nem intenção do Braga de o emprestar. Se viesse a sair, não queria ficar em Portugal." Uma versão que contraria fonte ligada ao processo de empréstimo, até ao final da época, do extremo que em Braga conta apenas com um total de 102 minutos nos seis de dez jogos em que participou (cinco dos quais como suplente utilizado).
No Leixões, em 2007/08, na primeira época em que foi cedido pelo FC Porto - primeiro com Carlos Brito e depois com António Pinto -, Diogo Valente fez 17 jogos e marcou um golo. Na época passada, com José Mota, falhou apenas um jogo nas 30 jornadas da Liga Sagres, tendo feito quatro golos . Tal como Beto, Vasco Fernandes, Bruno China, Roberto Sousa e Wesley, é um dos jogadores que mais falta fazem ao Leixões.
fonte: O JOGO online

Em dia de aniversário porta fechada para o treino

O Leixões comemora hoje o seu 102.º aniversário, uma data simbólica num período conturbado, dado que o treinador José Mota decidiu que a derradeira sessão de treino da semana se realizará à porta fechada, associados incluídos. Uma opção natural tendo em vista o secretismo com que a deslocação à Mata Real tem vindo a ser preparada, mas que também transmite o nervosismo evidente pelo facto de o desafio desta jornada decorrer fora de Matosinhos e de o Leixões não só somar quatro derrotas consecutivas como ainda não ter vencido qualquer partida fora de casa.A nível festivo, de salientar que o aniversário será assinalado com o tradicional hastear da bandeira na sede e uma romagem ao mausoléu do Leixões no cemitério de Sendim.

fonte: site RECORD

Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

Conferência de Imprena com Máfia a pedir atitude

O treinador-adjunto do Leixões, Jorge Mendonça, assumiu esta sexta-feira uma “grande vontade de vencer” o Paços de Ferreira, em encontro da 11.ª jornada da Liga de futebol, no domingo, e assim superar a crise de resultados.
O técnico reagiu desta forma à pressão da claque leixonense, que pediu “atitude e empenho”, e do próprio presidente, Carlos Oliveira, que está insatisfeito com o rendimento do plantel e promete mudanças no mercado de Janeiro.
“Nós queremos sempre mais atitude, melhor futebol, mais qualidade de jogo. Todos queremos melhor, sobretudo quando as coisas correm mal”, afirmou Jorge Mendonça, que se escusou assim a revelar se também sente falta empenho por parte dos jogadores.
A conferência de imprensa de hoje começou de forma inesperada, com dois elementos da claque leixonense, a Máfia Vermelha, a falarem aos jornalistas, para pedir celeridade do CNVD (Conselho Nacional Contra a Violência no Desporto) na sua legalização.
De acordo com Jorge Moreira, da direcção da claque, o problema pode estar na denominação “Máfia”, que remete para actividades criminosas.
Por fim, o responsável prometeu que o grupo de adeptos (que está impedido de usar material como megafones, bandeiras e tarjas identificativas) vai “continuar ao lado da equipa”, exigindo “atitude e empenho”, bem como mudanças em Janeiro.
De seguida, Carlos Oliveira falou de forma breve com os jornalistas, para confirmar que a direcção da SAD leixonense não está satisfeita com a equipa, pelo que será obrigada a fazer “mexidas” em Janeiro.
“É a ilação natural dos factos”, concluiu.
Na conferência de imprensa, Jorge Mendonça – que falou no lugar do treinador principal, José Mota, suspenso pela LPFP (Liga Portuguesa de Futebol Profissional) – garantiu que os matosinhenses estão “vivos e na luta” pela manutenção na Liga, ao lado de “mais 10 equipas”.
Em relação à partida de domingo, o treinador-adjunto avançou que o Leixões vai defrontar o Paços de Ferreira “na sua melhor fase”, mas recusou abordar a táctica a apresentar.
Para tal, José Mota fechou as portas no treino de conjunto de quinta-feira, o que aconteceu pela primeira vez desde que dirige a equipa.
O Paços de Ferreira (10.º classificado, com 10 pontos) recebe domingo, pelas 16:00, o Leixões (15.º da geral, com oito), em jogo com arbitragem de Bruno Paixão, de Setúbal.
fonte: O JOGO online

Calendário de futebol para o fim-de-semana

Mota fecha treino pela 2.ª vez na mesma semana

Se no treino de ontem entrava no Mar apenas quem tinha cartão de sócio consigo, então amanhã pelas 10h30 ninguém irá ter acesso ao Complexo Desportivo Óscar Marques onde José Mota volta a fechar a porta a adeptos, comunicação social e mesmo sócios. Ninguém entra! É mais uma forma de preparar em segredo o embate diante do Paços de Ferreira no próximo domingo na Mata Real. Os bilhetes que estavam à venda na sede do Leixões já esgotaram... agora quem quiser terá de se deslocar ao estádio do Futebol Clube Paços de Ferreira.
Do treino desta manhã de destacar a ausência de Paulo Tavares sendo que o resto do plantel treinou a 100%!

Bilhetes a 10€ esgotados!

Os bilhetes que estavam à venda na sede do Leixões Sport Club para o jogo do próximo domingo (16h00), em Paços de Ferreira, referente à 11.ª jornada da Liga Sagres, esgotaram e agora só há ingressos nas bilheteiras do Estádio da Mata Real. Os bilhetes em causa custam 15€ e dão acesso ao Topo Norte do recinto pacense.
fonte: site oficial LSC

Conferência de Imprensa > Antevisão do jogo Paços de Ferreira-Leixões

Mota prepara jogo com Paços em segredo

O Leixões está a atravessar uma crise de resultados e após o adeus prematuro da Taça de Portugal, e logo frente a uma equipa da 2.ª Divisão, os responsáveis do Leixões decidiram, numa medida inédita desde que José Mota chegou ao Mar, fechar as portas do treino. Aos jornalistas, entenda-se, isto para que o adversário de depois de amanhã - curiosamente o Paços de Ferreira, emblema que projetou Mota - não saiba que alterações estão a ser preparadas.
Tal como na Mata Real, também por Matosinhos o treino de conjunto é realizado três dias antes de cada jornada mas, ontem, nem todos viram as experiências do treinador. Certezas são poucas e passam pelo regresso de Nuno Silva aos eleitos, após castigo, roubando a titularidade a Joel, que entrou de início diante do Aliados de Lordelo. Zé Manuel, ainda suspenso, é uma baixa de peso confirmada.

fonte: site RECORD

Mota fechou as portas

Pela primeira vez desde que treina o Leixões, José Mota deu um treino à porta fechada. O objectivo foi esconder a equipa e a estratégia para o jogo com o Paços de Ferreira, pistas que normalmente são dadas nos treinos de conjunto, realizados sempre à quinta-feira, e a medida poderá tornar-se prática comum nestes dias. A verdade é que ontem só os sócios do Leixões, munidos do respectivo cartão, puderam entrar no Mar, mas o treino de hoje, de manhã, será aberto a todos.

fonte: O JOGO online

Quinta-feira, 26 de Novembro de 2009

Notícias LSCtv - 29

Ninguém entra!

Tal como o blog Leixões tinha avançado ontem à noite, realizou-se esta tarde o 1.º treino à porta fechada da era José Mota. Para isso chamou-se a segurança e barrou-se a entrada de carros e pessoas no portão principal do Estádio do Mar para que ninguém entrasse além de funcionários do clube e do staff do futebol sénior.
O espanto à porta do Estádio era geral pois quase ninguém sabia da medida tomada! Esta tarde serviu então para José Mota preparar da melhor forma "sem espias" o embate diante do Paços que acontece no próximo domingo! Na lista de lesionados apenas está Paulo Tavares. Amanhã há novo treino, desta feita à porta aberta sendo que de seguida há conferência de imprensa!

Parabéns a você!

O professor Jorge Mendonça, treinador-adjunto do Leixões Sport Club, está de parabéns. Hoje, dia 26 de Novembro, o responsável pela preparação física do plantel da equipa do Mar completa o seu 37.º aniversário.

Despedir o treinador não é solução... Sondagem à vista

Queixa na FIFA contra o Maiorca

A SAD do Leixões vai avançar, esta semana, com uma queixa à FIFA contra o Maiorca, por falta de pagamento da última tranche da transferência de Bruno China. Estão em causa 200 mil euros, metade do total do negócio concretizado em Agosto. O departamento jurídico do Leixões tentou contactar o clube espanhol, mas sem qualquer sucesso, pelo que a situação será resolvida pelas instâncias superiores do futebol mundial. Refira-se que, no início deste mês, a FIFA teve de intervir junto do Maiorca por uma questão semelhante.
fonte: O JOGO online

Quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

Treino à porta fechada!

Depois de hoje ter havido treino no Complexo Desportivo Óscar Marques amanhã o Leixões volta aos treinos desta feita no Estádio do Mar. No entanto, o blog Leixões sabe que o treino agendado para as 15h de amanhã terá uma particularidade. Será um treino à porta fechada e por isso mesmo os portões do Estádio estarão literalmente fechados com segurança à porta tendo apenas entrada permitida os funcionários do clube assim como os jogadores e equipa técnica chefiada por José Mota. É uma medida tomada de forma a preparar, no segredo dos deuses, o jogo diante do Paços de Ferreira no domingo na capital do móvel.
Uma novidade que há muito não se via pelos lados de Matosinhos.

Bilhetes a 10€ para Paços de Ferreira

O Leixões Sport Club desloca-se, no próximo domingo (16h00), a Paços de Ferreira, para defrontar a equipa local, em jogo da 11.ª jornada da Liga Sagres. Os sócios do Leixões interessados em apoiar o nosso clube têm disponível uma centena de bilhetes para o Topo Norte do Estádio da Mata Real ao preço de 10€. Os ingressos já estão à venda na sede do Leixões, à Rua Roberto Ivens, 528. Caso os cem bilhetes esgotem, há a possibilidade de serem pedidos mais ingressos para o mesmo local ao Paços de Ferreira, embora o preço seja ligeiramente superior: 15€ (valor de tabela para quem opte por adquirir o bilhete nos locais de venda do recinto pacense).

fonte: site oficial LSC

Natação > Angélica campeã

A nadadora do Leixões Sport Club Angélica André sagrou-se campeã regional absoluta na prova de 400 metros estilos, realizada durante os Campeonatos Regionais Absolutos de piscina curta, que decorreram no último fim-de-semana em Paços de Ferreira. A prova contou com a presença de 226 atletas em representação de 20 clubes, tendo o Leixões estado presente com 11 nadadores (7 masculinos e 4 femininos). Para além do brilhante triunfo de Angélica André, destaque ainda para Patrícia Oliveira, que alcançou um 2.º lugar nos 100 metros costas e um 3.º lugar nos 200 metros costas, para as estafetas masculinas, que alcançaram o 2.º lugar nos 4x50 metros livres (Luís Silva, José Gonçalves, Bruno Silva e João Barbosa) e o 3.º posto na prova de 4x50 metros estilos (Dário Santos, João Barbosa, Luís Silva e José Gonçalves).Por fim, realce para a boa prestação de Luís Silva, que esteve parado durante três anos e decidiu voltar a representar o Leixões nesta época. O Luís conseguiu obter dois mínimos de participação nos Campeonatos Nacionais de piscina curta, que se vão realizar em Leiria nos dias 4, 5 e 6 de Dezembro, e ainda um excelente 4.º lugar na prova de 100 metros livres. Finalmente, ajudou as duas estafetas a conseguirem um lugar no pódio. Realce para a atitude excelente e espírito de sacrifício enorme deste atleta, que realizou no passado dia 19 do corrente o exame final do internato de Medicina.Esperamos bons resultados nos Campeonatos Nacionais e que os atletas do nosso clube demonstrem a “garra” leixonense.
fonte: site oficial LSC

Programa do Aniversário leixonense!

O próximo sábado, dia 28 de Novembro, é um dia de festa para todos os leixonenses. O Leixões Sport Club comemora o seu 102.º aniversário, mais uma viragem de calendário numa vida já bem longa. Pelas 10h00, realiza-se o tradicional acto de hastear a bandeira na sede do Clube, à Rua Roberto Ivens, 528. Uma hora mais tarde, haverá a romagem ao Mausoléu do Leixões no cemitério de Sendim. Como é hábito, as comemorações do aniversário do centenário clube do Mar estendem-se por vários dias, entrando por Dezembro até muito perto da quadra natalícia. Por exemplo, no dia 22 de Dezembro, pelas 21h00, haverá um espectáculo de circo em exclusivo para a família leixonense, no Parque da Cidade do Porto (Queimódromo), a cargo da companhia Soledad Cardinali. Os associados do Leixões terão disponíveis 1250 bilhetes para este espectáculo, ao custo unitário de 5€, devendo os ingressos ser colocados à venda na próxima semana.
fonte: site oficial LSC
grafismo: Blog Leixões

Mercado agitado em Janeiro

A ideia da SAD do Leixões em fazer uma revolução no plantel do Leixões, como estratégia para superar a crise de resultados, parece acolher a receptividade de alguns sócios. Carlos Oliveira anunciou medidas de fundo na reabertura do mercado, não especificando, contudo, os sectores críticos. Há quem fale na necessidade de um "homem-golo", recordando com saudade Wesley, outros acrescentam peças ao meio-campo e à defesa. No fundo, todo o plantel precisa de uma cirurgia reconstrutiva.
A acontecer as alterações profundas anunciadas pelo presidente da SAD, garantindo a continuidade do técnico José Mota, este Janeiro será o mais agitado nas três épocas do Leixões na Liga Sagres. Nos últimos dois anos, os reajustes não excederam a entrada de três elementos, incluindo sempre um ponta-de-lança, que colmataram o mesmo número de saídas.
Pelo o que deu a entender Carlos Oliveira, o leque de mexidas, desta vez, promete ser um pouco mais alargado. A época arrancou com 15 reforços, tantos quantos os registados no início de 2008/09 - mais cinco do que na anterior, já que se manteve grande parte do grupo da Liga de Honra. A perda de jogadores basilares da estrutura da época excepcional do Leixões é ainda uma ferida aberta. Basta lembrar que o Leixões não apresentou um onze estável, em dez jornadas do campeonato.
Declarações
"O meio-campo não tem jogadores de qualidade. Acho que tem de se fazer mesmo uma remodelação no plantel. A defesa também necessita de novos elementos" - Américo Loureiro, sócio do Leixões
"Falta um avançado, como o Wesley, um extremo-esquerdo e a defesa tem de ser reestruturada. O meio-campo é razoável, mas precisa de ser equilibrado" - Joaquim Pinto, adepto do Leixões
"Precisamos de jogadores que marquem golos, um ponta-de-lança de categoria ou alguém com o Wesley. A defesa também precisava de reforços" - Emília Freitas, sócia do Leixões
fonte: O JOGO online

20 minutos de palestra

Depois da eliminação da Taça de Portugal, frente ao Aliados de Lordelo, o Leixões regressou hoje de manhã aos trabalhos para preparar a deslocação ao terreno do Paços de Ferreira, no domingo.Dissecando o precoce afastamento da prova, que agrava a crise de resultados também verificada na Liga, José Mota falou com os seus jogadores cerca de 20 minutos antes do treino, de modo a minorar oserros no futuro. O capitão Nuno Silva mereceu especial atenção do técnico, ele que regressa às opções depois de cumprir castigo. Paulo Tavares é o único ausente dos treinos.

Haja respeito (por Joaquim Queirós)

No próximo dia 28 o Leixões Sport Clube comemora os 102 anos de existência. Mais de um século de história gloriosa escrita com muito amor, sacrifício, sangue, suor e lágrimas de tristeza e de imensas alegrias. Muitos colocaram (e colocam) com orgulho o emblema na lapela e muitos outros guardam a suprema satisfação de um dia terem vestido a gloriosa camisola rubro-branca. São 102 anos que devem ser admirados, aplaudidos e respeitados. Mesmo nas horas difíceis. Só sabemos o valor das vitórias depois de termos sofrido o amargo das derrotas.

ONTEM Foi há muitos anos. Estava a República para surgir, daí a três anos. Os três mais distintos clubes de Matosinhos que já adivinhavam que o seu terreno de nascença iria ser, um século depois, o espaço duma cidade nova, criaram o Leixões Sport Club, um dos mais eclécticos clubes portugueses que começou por praticar as modalidades do futebol, do ténis e do cricket, sem esquecer, pouco tempo depois da sua formação, as provas de água (a Praia de D. Carlos chamava a isso), o atletismo, o rugby e o hóquei em campo. E os companheiros de Américo Pacheco foram surgindo cada vez mais senhores de sã força desportiva. Um Leixões fundador da Associação de Futebol do Porto e, depois percorrendo como pioneiro daquele que mais tarde foi chamado de desporto-rei pelos terrenos Taipas (Conde Alto Mearim), António Augusto de Aguiar (D. João I), Avenida Vitória (Avenida D. Afonso Henriques), Santana (rua Silva Pinheiro e, finalmente, o Estádio do Mar. Anos e anos na luta pela liderança do futebol regional e tomada de partilha entre os maiores nacionais, surgiram os primeiros grandes êxitos e os primeiros atletas a vestirem a “camisola de Portugal”. De vitória em vitória e no sofrimento também de muitas derrotas, o clube foi crescendo e chamando para si o respeito de tudo e todos. Campeonatos ganhos, títulos conquistados, triunfos festejados, tudo isso aconteceu. O futebol e o voleibol fizeram atravessar fronteiras, o primeiro pela conquista inesquecível da Taça de Portugal no terreno do adversário que viria ser o colosso FC Porto , bem como doutras classificações honrosas, e o voleibol, com as “Marias” e com o clã Costa Pereira a arrastar consigo o “vício da vitória”. Muitos anos de luta que culminaram com a construção, mas ainda inacabado Estádio do Mar, graças ao esforço dos pescadores que não só de Matosinhos contribuíram com produto do seu trabalho para tamanha vitória. Um exemplo que no clube jamais teria comparação numa manifestação de amor colectivo. E, assim, se construiu um dos maiores clubes portugueses que durante quase 70 anos se impôs, sem medo das dificuldades mais diversas.

HOJE A partir dos anos 70 do século passado é que os problemas de grande dimensão começaram a surgir. Não só pela alteração do novo regime de vida nacional, mas, sobretudo, porque principiou a existir a inexistência do “amor à camisola” para ser substituído pelo “amor a quem paga mais”. Foram escassas as excepções. E as dificuldades passaram a existir. As receitas passaram a ficar a larga distância das despesas. E Matosinhos, que gosta do Leixões, na hora de demonstrar esse amor, salvo aquele momento histórico do esforço dos pescadores e da indústria de conservas e pesca, nunca mais houve nada de parecido. Esforços pessoais aqui e além, grandes manifestações de dedicação, mas acabando todo este empenho num amontoado de passivo que ainda não se sabe como e quando irá ter um sinal que não seja a vermelho. Seria mentir se não se dissesse que houve quem se sacrificasse bem pelo “seu” Leixões, mas também houve alguns que se servirem do “nosso” Leixões para se tornarem conhecidos por uma via censurável e que foi o de empenhar o clube. Andamos numa vida de sobe e desce no futebol, no desaparecimento de diversas modalidades, levantamos o ego com a ida a uma final da Taça de Portugal, mas a cada dia que passava mais fundo se cavava a sepultura do clube com o continuado e sem regra empenhamento financeiro, só se pensando em ganhar, mas não se fazendo lembrar tais mentes fanáticas de poder, que ganhar a qualquer preço tem um fim de desgraça, mesmo que pelo meio haja momentos de euforia. E foi o que aconteceu. Não houve outra solução que não fosse “rasgar” um pedaço do estatuto do clube e formar-se apressada e desordenadamente uma sociedade anónima desportiva, com a Câmara Municipal a ser o único capital sonante que entrou nos cofres. O resto foi o amortizar duma dívida incomensurável para com um associado e do outro (clube) a entrega dos chamados activos (passes de jogadores) de duvidosos valores. Houve a sorte, passado pouco tempo da presidência bicéfala leixonense - Clube e SAD - que surgiu um homem que nunca tinha passado de “amigo” do Leixões, entregando do seu bolso alimento financeiro para as modalidades de voleibol, natação e futebol de formação, passando a ser associado e mártir, assumindo a presidência da SAD, começando a limpar todos os cancros financeiros que estavam a atirar o clube para a morte, a começar pela penhora do Estádio do Mar, mas fazendo todo esse esforço com o produto de muitas ajudas fomentadas pelo seu espírito de entrega e de saber administrativo, mas também - e de forma severa - do seu bolso. Esta situação traria fatalmente à tona da água as pessoas atingidas pelo “amor” demonstrado ao clube à custa do acelerar do seu fim. O Leixões trepou alguns degraus no seu prestígio de “gente séria” e atingiu de novo a alta roda do futebol. Na época passada foi sensação, esteve no topo dos melhores, mas tudo isto custa trabalho e dinheiro. E, infelizmente, Matosinhos não é muito pródigo em exemplos de dedicação nos seus mais diversos quadrantes. Então de compreensão financeira para ajudar, nem se fala. Critica-se que é a Câmara acima, a Câmara abaixo, os políticos na sua missão de baralhar as situações, mas ninguém se arrepela e comenta o distanciamento de grandes empresas matosinhenses que fazem de conta que o Leixões não existe. Aparecem, de vez em quando, na hora das vitórias. Carlos Oliveira bem “inventa” ajudas, mas são mais aqueles que prometem e nada dão do que aqueles que compreendem o seu esforço. A contribuição dos associados não chega para nada, mesmo com orçamentos de custos duma equipa de futebol que é das mais baratas da Liga. Os estragos do antigamente continuam a fazer mossa e a vida cada vez mais se complica. E casa onde não há pão e vitórias...

AMANHÃ Ora aqui está a grande interrogação. Seria natural que em dia de aniversário se cantasse vitória e batessem palmas. Mas a realidade é preocupante. A vida do Leixões continua ausente da vida dos matosinhenses mais interessados pelas coisas da sua terra e está na dependência de um só homem e duma curta equipa de gestão. Carlos Oliveira foi algo que caiu do céu para o clube, mas já esgotou os “milagres”. Ele bem pretende arrumar a casa da SAD para pensar depois no clube e no seu eclectismo, mas a equipa de futebol que na época finda adoçou a boca dos leixonenses, este ano não é a mesma e a vida desportiva virou de pernas para o ar. Sem dinheiro, sem ajudas, o orçamento teve de levar um golpe de cima a baixo. E os leixonenses, que à chuva e ao sol andam atrás da equipa, só querem ganhar. Compreende-se, mas quem só tem dinheiro para andar de bicicleta não pode querer andar de automóvel, tão pouco de Mercedes... Todos nós sabemos que o futebol é o barómetro da estabilidade do clube, mas este não tem estabilidade financeira e sem esta não há hipóteses de ter uma equipa de ases e fabricadores de golos. Daí os resultados incertos e a incerteza também no dia de amanhã desportivo. Daí o desespero de muitos. E não se julgue que Carlos Oliveira e quem o rodeia não perde o sono. O Leixões tem de ganhar lastro para poder encarar o futuro. É urgente aumentar não só o número de associados, mas essencialmente de quem queira investir no clube, Câmara Municipal e, sobretudo, as empresas que mais de Matosinhos dependem como a Petrogal, APDL, Silos de Portugal, grandes superfícies comerciais e as múltiplas actividades empresariais que mesmo modestamente poderão ser uma forte ajuda. Ter-se-á de criar ambiente para que o processo de relançamento urbanístico da zona do Estádio do Mar avance, pois tal será mais uma oportunidade de consolidação do clube. Não é com a cabeça fora do sítio que se erguerá o complexo de Santana e em cujo espaço estará o futuro do Leixões. Sim, o futuro. Ninguém pode acreditar que o Amanhã se poderá continuar a construir a comprar dúzia e meia de estrangeiros para chutarem uma bola e, ainda por cima, sem grande possibilidade de escolha, face à cotação financeira dos mesmos. Teremos de voltar a outros tempos. A gente da casa, a quem tenha por desejo vestir e defender a camisola do Leixões. E não seremos só nós a ir por esse caminho, pois toda a gente anda enganada, está falida. Deixe-se surgir o mês de Janeiro e caso as entidades que superintendem no futebol actuem como gente séria, veremos como estão as finanças dos clubes e, há a triste certeza, que a lei levada a letra, tal como deve ser, não sabemos se haverá continuidade das provas nacionais de futebol. Exagero? Não, não é. Basta estar atento ao que se passa. Pela nossa parte fazemos votos que o 28 de Novembro toque a consciência dos leixonenses e dos matosinhenses. O Leixões faz 102 anos e merece respeito. Há que pensar nele e ajudar aqueles que já não estão perto de ataque de nervos, mas sim já extremamente tocados pelos mesmos, em franja. O Leixões, repetimos, merece respeito. Não basta dizer que se é do Leixões. Vamos lá amparar o velho, pois ele não pode ficar pelo centenário.

Vasco Rijo e o mau estado do volei leixonense

Aos 35 anos, Vasco Rijo é o director-geral do voleibol do Leixões, transportando para fora da quadra a consistência e rigor que exibiu no campo ao longo de uma carreira dedicada ao emblema do Mar e com várias presenças na Selecção Nacional. O lado profissional forçou o abandono do trajecto desportivo há três anos, mas, desde a época passada, aceitou o desafio de liderar uma equipa de colaboradores que se dedica, com entusiasmo, a uma modalidade cheia de história no clube. Projectos existem, ambição não falta, mas o trabalho tem sido árduo, pois as dificuldades financeiras da época passada têm sido um travão a um futuro cheio de vitórias. A face mais visível da maré turbulenta tem sido a equipa sénior, que actualmente ocupa o último lugar do campeonato nacional.
O voleibol do Leixões bateu no fundo? A expressão foi usada pelo treinador Mário Martins para avaliar o actual estado da secção...
Lamento que o voleibol esteja a ser mais falado devido a estes motivos. O vólei tem grande tradição no clube e merece mais atenção das pessoas de Matosinhos. Não vale a pena esconder, a secção, de facto, não atravessa um bom momento. Agora, é importante explicar o que aconteceu. Na época passada foi feito um orçamento, englobando todas as equipas, e o mesmo foi aprovado pelos dirigentes. A previsão de custos, acertámos em cheio, já as receitas não acertámos.
Porquê?
Essencialmente, porque uma verba programada, com peso no orçamento da equipa sénior masculina, falhou e, infelizmente, continua por resolver. Essa foi a razão principal para os problemas que surgiram na época anterior.
Qual o valor do orçamento do voleibol do Leixões?
Convém realmente esclarecer certas situações e desmistificar a ideia que o voleibol comete loucuras e tem custos elevadíssimos. Isso não corresponde à verdade. O orçamento da secção inteira, na época passada, já com inscrições, viagens, absolutamente tudo que é necessário para a orgânica das equipas, foi de 230 mil euros. A referida verba afectou, fundamentalmente, a equipa sénior masculina, mas a verdade é que, mesmo assim, alcançámos o quarto lugar no último campeonato. Uma classificação da qual não me lembrava de ver o Leixões alcançar. A equipa feminina terminou no sétimo lugar, um lugar honroso mediante o investimento que foi feito.
A verba em falta representa quanto no orçamento?
Entre 30 a 40%. Tivemos, no entanto, a preocupação de salvaguardar a formação do clube e os treinadores desses escalões receberam os seus subsídios. Nos seniores é que ficou um conjunto de verbas, relativas à época transacta, entre seis e sete meses, que ainda está por resolver. Mas é bom que se diga que o voleibol até é gerador de receitas significativas. Aliás, se todas as modalidades tivessem a relação custos/despesas que o voleibol apresenta, o Leixões não tinha problemas de dinheiro.
Esta época, o orçamento teve necessariamente de baixar...
Sim, esta época é diferente. Aliás, basta ver a constituição do plantel das duas equipas seniores. Houve, no masculino, uma redução substancial de custos, mas os resultados estão à vista e, se nada for alterado, vai ser difícil alcançar os objectivos.
Não há memória de ver o voleibol do Leixões na 2.ª Divisão. É impossível a permanência sem que haja reforço do plantel?
Afirmar isso não seria justo para os miúdos, que têm trabalhado muito bem. Já evoluíram, mas reconheço que essa evolução pode não ser suficiente para evitar a despromoção. Nos seniores masculinos, as diferenças são maiores. No feminino, o cenário não é tão grave. Também temos uma equipa muito jovem, assente na formação, mas a diferença para as outras equipas não é tão acentuada.
“Solução pode passar pelo mercado brasileiro”
O que é que pode ser feito? Ainda há tempo?
Sim, importa dizer que ainda vamos a tempo. Importa também dizer que estamos a tentar que o problema seja resolvido e se consiga desbloquear a verba que falhou, assim como captar outras, pois o voleibol tem procurado outros apoios em termos de patrocínios e publicidade. Enviamos dossiês às empresas e tentámos obter outros pequenos apoios. Esta dificuldade também resulta do actual ambiente económico. Se as outras modalidades, como o futebol, têm dificuldades em arranjar apoios, imaginem então o voleibol.
Não há outro tipo de apoios de organismos ligados ao desporto?
Existe o programa de associativismo criado pela Câmara Municipal de Matosinhos, uma iniciativa muito boa mas que precisa de ser afinada. Têm de ser introduzidas melhorias para que, efectivamente, o plano seja cumprido com as modalidades.
As dificuldades criam desmotivação...
Não pode haver. Lidero um conjunto de 12 pessoas, que está a trabalhar por mera carolice e tem feito um trabalho fantástico. É um esforço que, muitas vezes, faz com que cada um prejudique as suas vidas particulares, sempre com o intuito de encontrar soluções. Este trabalho, que nem sempre é reconhecido, é fundamental para o clube.
Seria possível de um dia para o outro contratar novos jogadores?
Depois de desbloqueado o problema financeiro, em duas/três semanas conseguiríamos resolver essa situação. Neste caso, a solução pode passar pelo mercado brasileiro, até porque, em Dezembro, dificilmente conseguiríamos no mercado nacional, jogadores que nos interessassem.
“Compreendo a revolta do Mário”
Tem conversado com o treinador Mário Martins?
Notou-se muito revolta nas suas palavras sobre o actual estado do voleibol. Disse que a modalidade nunca tinha sido tão maltratada no clube e que apenas se mantém por amor ao Leixões e devido à vossa relação de amizade... Conheço o Mário desde os iniciados, quando jogámos juntos. Somos muito amigos e compreendo perfeitamente a sua revolta. O seu trabalho no dia-a-dia acabou por sofrer efeitos devido a estas questões, que não são da competência dele. Ainda assim, fez uma gestão brilhante e conseguiu motivar jogadores, que não recebiam há cinco meses, e apresentou resultados.
O clube podia ajudar mais a secção?
[Pausa] Sinceramente, o que me apraz dizer é que o actual modelo de gestão não me parece o mais adequado. Devia haver mais proximidade entre todas as modalidades, até porque não duvido que alguns problemas da natação, bilhar e voleibol, sejam comuns.
A secção estão bem servida no que diz respeito a condições de trabalho?
Temos três espaços. O pavilhão Siza Vieira, onde joga a formação, a Nave Ilídio Ramos, onde treinam as equipas seniores e também algumas da formação, e o pavilhão municipal, que se utiliza em menor escala.
Quanto atletas movimentam na formação?
Temos o escalão de minis, com cerca de 100 miúdos. Depois, temos as equipas de competição, duas por escalão, desde infantis até juniores. Estamos a falar à volta de mais 100 atletas. É um número significativo e que mostra a nossa importância, pois enquanto os miúdos estão aqui não estão a entrar noutros caminhos. Para que isto funcione, tenho de salientar o papel dos colaboradores, sobretudo, pais de atletas que ajudam no dia-a-dia e, muitas vezes, nos transportes para os jogos. Merecem, sem dúvida, um agradecimento muito especial.
Quartel-general montado > Sala na sede
Toda a logística relacionada com o voleibol passa por uma sala na sede do clube, na rua Roberto Ivens, em Matosinhos, uma espécie de quartel-general que foi montado com o objectivo de criar uma melhor funcionalidade à secção. “Foi importante alargar o espaço. Temos assim uma base, com computadores, telefones, internet e um responsável, o Fernando Silva, que trata diariamente de alguns problemas do voleibol. Foi uma conquista da secção”, regojiza-se Vasco Rijo.
Terceira edição da gala do vólei > Homenagem a Orlando Ramos
A curto prazo, uma das iniciativas contempladas no plano de actividades do voleibol leixonense é a realização da terceira gala de Voleibol, em homenagem a Orlando Ramos, considerado “o pai do voleibol” no Leixões. O torneio de voleibol destina-se a todos os escalões de formação e irá colocar em acção mais de uma centena de atletas.
fonte: site MH

Terça-feira, 24 de Novembro de 2009

Braga vence Leixões para a Liga Intercalar

A segunda derrota do Leixões Sport Club na Liga Intercalar foi injusta, acima de tudo porque o Braga marcou um golo de penálti inexistente – que, na altura, deu o empate a três golos – e porque a quatro minutos do fim, uma falta sobre Cong Vinh na área bracarense não foi assinalada e o avançado vietnamita ainda viu um cartão por alegada simulação. Em cima do minuto 90, Matheus deu a estocada final e impediu o Leixões de somar dois pontos mais do que merecidos.O encontro de Braga, da 5.ª jornada da prova organizada pela AF Porto, foi recheado de emoção como demonstram os sete golos apontados. As duas equipas apostaram num futebol ofensivo e o resultado até podia ter tido números superiores.
O Braga colocou-se na frente com uma infelicidade do jovem José Pedro – desviou para a própria rede um centro de Diogo Valente – mas o Leixões reagiu bem e deu a volta ao marcador. Um livre de Trombetta só parou no fundo da baliza de Cristiano e Pouga fez o 2-1 recargando com êxito uma bola que cabeceara ao poste. Em cima do intervalo, Paulão fez o 2-2, num lance confuso em que a bola rondou a linha de golo leixonense, após um remate de Leone ao poste.No segundo tempo, Fábio Espinho, a passe de Zé Manuel, viu Cristiano negar-lhe o 3-2, que nasceria, pouco depois, na sequência de uma grande penalidade a punir mão de Paulão após um centro de Zé Manuel – Fábio Espinho não perdoou e colocou novamente o Leixões em vantagem.Até final, a nota de destaque vai para o desacerto do árbitro. Primeiro assinalou um penálti que só ele viu (Peña atira-se para cima de Trombetta fora da área (!) e perante o espanto geral o juiz assinalou a marca de onze metros, permitindo a Adriano fazer a igualdade); sete minutos depois, Vinh foi carregado na área pelo guarda-redes bracarense, mas, em vez de marcar a falta respectiva, o árbitro castigou o dianteiro asiático com um cartão amarelo por considerar simulação.
A injustiça já era grande, mas maior seria quando, em cima do minuto 90, o rapidíssimo Matheus se isolou perante Fonseca para fazer o 4-3 final. Decididamente, os árbitros não estão a ser correctos com a nossa equipa, contribuindo directamente para um resultado negativo.Como é hábito na Intercalar, o treinador António Pinto (adjunto de José Mota) utilizou um onze com atletas menos utilizados na Liga Sagres, concedendo ainda oportunidades a alguns juniores do nosso clube.
Cada vitória vale 3 pontos, empates com golos valem 2 pontos e empates sem golos valem apenas 1 ponto.
Ficha de jogo:
Estádio 1.º de Maio, Braga
Árbitro: Sérgio Soares (Porto)

SC Braga Cristiano; Filipe Oliveira, Paulão, Leone e Ney; Madrid, Osvaldo (Toumany, 77’), Peña (Zizov, 66’) e Diogo Valente (Guilherme, 66’); Matheus e Adriano.
T – Miguel Cardoso
Leixões SC Fonseca; Cauê, José Pedro (Zé Manuel, 46’), Bruno (Paulinho, 83’) e Trombetta; Seabra, Nelson, Bruno Gallo e Fábio Espinho; Vinh e Pouga.
T – António Pinto

Cartões amarelos: Leone (37’), Ney (37’), Fonseca (45+1’), Zé Manuel (52’), Trombetta (64’) e Cong Vinh (86’).
Cartão vermelho: Zé Manuel (90+3’)
Golos: José Pedro (19’ pb), Trombetta (31’), Pouga (34’), Paulão (45+1’), Fábio Espinho (61’ gp), Adriano (65’ gp) e Matheus (90’).

Conferência de imprensa > António Pinto: " Foi um bom jogo, bem disputado pelas duas equipas. Só foi pena o resultado. Tivemos hipóteses de ganhar, mas contra o árbitro é difícil de jogar…"
fonte: site oficial LSC

Grupo A da Taça da Liga

Foi realizado à momentos na sede da Liga o sorteio da Carlsberg Cup. No grupo A estão Futebol Clube do Porto, Estoril e Portimonense que fazem parte do "nosso" grupo. No entanto na 1.ª jornada desta 3.ª fase o Leixões fará viagem curta até ao Dragão para defrontar o FC Porto. Estoril e Portimonense* fazem o outro jogo da 1.ª jornada do grupo A.
*O Portimonense está à condição!

Pack de Homem, Senhora, Criança e Fans brevemente disponíveis

O site oficial do Leixões está a anuncia para breve um novo pack de sócios. Em princípio estará disponível ainda este Natal sendo que se intitula Pack's Natal Leixões SC. Para homem, senhora, criança e fan são os pack's disponíveis.
Brevemente darei mais informações aqui no blog sobre esta iniciativa do departamento de marketing do Leixões SC.

Mota continua a merecer confiança

A situação de José Mota no Leixões não está, neste momento, em causa, prevendo-se para a reabertura do mercado uma profunda reestruturação do plantel. A SAD do Leixões e o treinador estiveram reunidos ontem para analisar a série de maus resultados, em particular a derrota em Lordelo. Carlos Oliveira diz "não estar satisfeito com o desenrolar dos acontecimentos e com desempenho da equipa", por isso, garante, "é muito natural que haja uma revolução no plantel", anunciou, deixando o aviso: "A equipa não tem tido a postura que devia ter. Há jogadores que, se não mudarem, não estarão cá a partir de Janeiro".
José Mota continua a merecer "a confiança" do presidente e "de toda a administração". "Temo-lo como um homem sério, trabalhador e capaz". "Estamos a passar um mau bocado; mas vamos ultrapassar esta fase negativa e devolver a alegria aos adeptos", assegurou Carlos Oliveira, aproveitando para "lamentar incidentes que alguns sócios têm provocado". Um alerta que veio na sequência dos tumultos causados ontem por alguns elementos da claque no final da apresentação da biografia de Manuel Oliveira. Os adeptos protestaram, ainda na presença dos convidados, por falta de atenção da SAD para suas reclamações. As críticas de alguns sócios dirigidas a elementos da SAD não são de agora, tendo como alvo Rui Costa. "É verdade que está a ser visado, mas as pessoas esquecem-se que tem sido fundamental em pequenas tarefas. O Rui Costa não leva daqui nenhum cêntimo e está triste e magoado. Tudo farei para que não abandone este barco, porque estou muito só. Não há administradores remunerados, nem andam a encher os bolsos à custa do Leixões". "No dia em que me for embora, deixarei no clube o que equivalente a cem anos de quotização", concluiu.
fonte: O JOGO online

Carlos Oliveira confrontado por adeptos

O motivo era para ser apenas a apresentação do livro de Manuel Oliveira, mas as "Memórias de um treinador de futebol" foram ultrapassadas pela intervenção de um grupo de associados presentes na sala de imprensa do Estádio do Mar. Carlos Oliveira ouviu os lamentos, mas não gostou do tom das palavras, sentindo-se mesmo ofendido. O presidente do Leixões evitou o confronto de ideias e acabou por não dar explicações para quem exigia medidas imediatas para resolver a crise de resultados da equipa.
Carlos Oliveira explicou depois aos jornalistas que já tem as soluções e divulgou mesmo uma reunião, em dia de folga do plantel, com o treinador José Mota, a que se seguiu outra com toda a administração da SAD. As ideias estão estabelecidas e com um voto de confiança: "Claro que ninguém está satisfeito com o atual desempenho da equipa, mas não podemos colocar em causa o trabalho do treinador que é o mesmo que, no ano passado por esta altura, estava em primeiro lugar do campeonato."O líder da SAD registou ser "urgente uma remodelação do plantel" na reabertura do mercado em janeiro. "Já temos alvos bem definidos e há jogadores que têm de demonstrar mais valor para continuarem aqui", avisou, mostrando-se indignado com a ira de alguns associados que chegaram a invadir as instalações do clube no regresso da equipa de Lordelo. "Não é com este tipo de atitudes que seguimos em frente", registou, revelando já ter chegado a acordo com o patrocinador oficial a divulgar na próxima semana.
fonte: site RECORD

Carlos Oliveira segura Mota

Presidente da SAD, também contestado, dá margem de manobra ao treinador. Já há démarches para o reforço do plantel em Janeiro. Há vagas de agitação no Mar. A recente eliminação da equipa na Taça de Portugal, diante do Aliados de Lordelo, fez crescer uma onda de contestação em torno da equipa, SAD e sobretudo José Mota.Depois dos problemas ocorridos na Parteira, que resultaram na detenção de dois adeptos, a comitiva leixonense teve à sua espera no Estádio do Mar cerca de 30 adeptos, alguns dos quais escaparam à vigilância das autoridades e criaram mesmo problemas dentro das instalações do clube. A verdade é que o presidente da SAD, presente ontem na cerimónia de apresentação do livro «Memórias de um Treinador de Futebol», da autoria de Manuel de Oliveira e que decorreu no anfiteatro leixonense, deparou-se no final do acto com a ira de alguns elementos afectos à claque Máfia Vermelha, que quiseram explicações sobre o momento conturbado que atravessa a equipa profissional.

fonte: site A BOLA

Segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

"Memórias de um Treinador de futebol" já foi apresentado

O auditório do estádio do Mar foi neste final de tarde palco para uma apresentação de um livro de um antigo treinador de futebol (e do Leixões). Manuel Oliveira veio a Matosinhos apresentar o livro “Memórias de um treinador de futebol”.
Durante a sua intervenção, o presidente da SAD do Leixões, Carlos Oliveira, referiu a falta de apoio pois “muitas vezes temos uma multidão de pessoas mas outras temos pouca gente cá” sendo que “gostava que as coisas de há 40 anos fossem as de hoje”. Em relação a Manuel Oliveira, o líder da SAD refere-se como “uma referência no futuro do desporto”.
Manuel Oliveira foi jogador até aos 30 anos de idade sendo que começou a sua carreira com a mesma idade na CUF. Como treinador passou por diversos clubes como o Leixões na época de 65/66 em que na altura “tinha 28 jogadores no plantel sendo que 22 jogadores eram das escolas do Leixões e 3 brasileiros. Os restantes três vieram de outros clubes portugueses”.
Em relação ao futebol português o antigo técnico de futebol refere que “está mal” pois “necessitamos de alguém que ensine a jogar à bola enquanto são pequenos".

Memórias de um treinador de futebol é hoje apresentado

O livro "Memórias de um treinador de futebol" é hoje apresentado no auditório do Estádio do Mar pelo presidente da SAD leixonense Carlos Oliveira. Trata-se de uma biografia do antigo treinador do Leixões Sport Club Manoel Oliveira que é editada pela Âncora Editora. Ao lado de Carlos Oliveira estará o psicólogo Manuel Nascimento Rodrigues. Tudo isto acontece a partir das 18h30.
COMPAREÇA!

Domingo, 22 de Novembro de 2009

Máfia deixa site e volta ao blog

Aqui fica o texto de "despedida" do site da Máfia Vermelha:

"Saudações ultras,
Pois bem, a notícia esperada por muitos e desejada por quase todos, vai ser finalmente anunciada: "O Site MV fecha hoje o seu curto período de existência!"
A notícia só peca por tardia, pois quem acompanha de perto o Grupo, quem realmente sente o palpitar do mesmo, tem perfeita noção que não apareceu um VOLUNTÁRIO para actualizar este pseudo-espaço de (des)informação).
As valências do Grupo actualmente ficam pelas boas-intenções, 1º era a Sede, 2º o Site, 3º o Material, 4º as Deslocações... enfim muita parra pouca uva.
Como dizem os Gato Fedorento "falam, falam, falam, falam ... mas não os vejo a fazer nada" sem tirar nem por camarada Ricardo Araújo Pereira!
Militância, precisa-se!!!
Mas será, que a maioria dos nossos valorosos, fervorosos e apaixonados elementos sabem o significado de militância???
Presumo que não. A maioria vai continuar a esconder-se atrás de um monitor ou junto do Grupo de amigos, mas jamais arregaça as mangas, esquece as divergências fantasmagóricas e dá a cara pelo Grupo.
Assim, resta-nos regressar às origens, com muito orgulho. Poucos, mas extraordinariamente bons! Uma nova era, um novo ciclo vai se iniciar.

Nova sondagem: Despedir o treinador é solução?

Aproveitando a senda dos resultados menos conseguidos o blog Leixões vê-se obrigado a lançar uma sondagem um pouco incomodativa. Despedir o treinador é solução? A sondagem está na barra lateral e tem quatro opções: Nem Pensar, A culpa é dos jogadores, Sim e Sem opinião. Sondagem está na barra até 25 de Novembro.

Para os media

Excelentíssimos senhores jornalistas:
tenho pena que nem sempre passem para o papel o que é verdade. A claque invadiu o relvado,é verdade,mas foi na direcçao de um jogador do aliados que fez um gesto para os adeptos do leixoes. publiquem antes isto por favor. (um adepto indignado)

Leixonenses invadem campo

A derrota do Leixões desencadeou uma onda de revolta nos muitos adeptos de Matosinhos que se deslocaram a Lordelo. Mal Pedro Henriques apitou para o final da partida, dois indivíduos saltaram da bancada para o relvado, na tentativa de chegar até aos jogadores leixonenses.
A pronta e eficaz acção da GNR evitou males maiores. Os dois jovens foram detidos e, segundo o Maisfutebol apurou junto das forças policiais, serão amanhã (segunda-feira) presentes a um juiz do Tribunal de Paredes.
Mas os problemas não morreram aí. Algumas dezenas de pessoas, todas afectas ao Leixões, deslocaram-se para a entrada dos balneários e não se cansaram de gritar impropérios contra os jogadores e responsáveis técnicos.
Após uma espera relativamente longa, a comitiva lá seguiu rumo a Matosinhos. Mas os semblantes carregados não deixavam margem para dúvidas.
Os próximos dias não serão nada fáceis para José Mota e respectivo grupo de trabalho. O pessimismo e a descrença crescem para os lados do Mar.
fonte: site Mais Futebol

Jorge Mendonça > "Não me apercebi" da contestação

Da parte do Leixões, apenas o adjunto Jorge Mendonça falou à comunicação social, pois José Mota está a cumprir castigo. O técnico não se alongou na análise à derrota, mas sempre foi dizendo que todos os elementos do plantel conheciam muito bem o Aliados.
«Esta é a equipa da II divisão que melhor conhecemos. Há dois erros individuais nossos no golo deles. Não conseguimos aquilo que queríamos. Neste tipo de competições a eliminar temos de ter s níveis de motivação muito elevados. Eu pensava que os nossos estavam. Tentámos fazer um bom jogo, mas o Aliados teve muito mérito na vitória.»
Sobre a contestação da massa associativa no final do encontro, Jorge Mendonça apenas referiu que não se apercebeu de nada.
fonte: site Mais Futebol

Minuto a minuto > Aliados de Lordelo - Leixões

FINAL DA PARTIDA! Leixões fora da taça de Portugal!
90' Pouga leva o cartão amarelo
89' Sai o marcador do golo do Aliados de Lordelo e entra André
73' Última alteração no Leixões. Sai Braga para a entrada de Fábio Espinho
71' Leo recebe amarelo. O 2.º consecutivo para homens do Mar
68' Amarelo para Tucker
68' Amarelo para Fernandes do Aliados
63' Cruzamento largo de Hugo Morais no corredor esquerdo e Pouga no coração da área a corresponder com uma cabeçada de elevado nível, mas César em voo conseguiu desviar para canto.
58' Canto batido por Hugo Morais, confusão na área com sucessivos ressaltos até à cabeçada de Joel, que saiu ao lado do poste.
55' Sai Cintra e entra Leo para o seu lugar
52' Livre direto em posição frontal apontado por Wagner saiu colocado ao ângulo superior esquerdo de Diego, mas o guardião leixonense adivinhou a trajectória e segurou o esférico sem dificuldade.
50' Sai Laranjeiro e entra Pouga
17h05 - Iníco da 2.ª parte
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16.45 - Intervalo
43' Amarelo para Jorge Lopes do Aliados
41 ALIADOS LORDELO GOOOOOLO de Fernandes. Laranjeiro e Tucker atrapalham-se a aliviar o esférico perto da linha de fundo e permitem que Wagner ganhe o ressalto e cruze tenso para o segundo poste onde apareceu Fernandes a antecipar-se a Sony e a encostar para golo.
33' Rúben ganha um lance no miolo, simula um passe longo, mas optou pelo dispararo surpresa a mais de 40 metros da baliza de Cesár e a obrigar o guardião a defesa de recurso para canto
24' Remate de Wagner que passa um pouco ao lado da baliza defendida por Diego
Jogo muito discutido a meio-campo, com o Leixões a tentar implementar um estilo mais amplo com bola corrida e o Aliados, mais fechado no seu meio-campo, a procurar explorar o contra-ataque através de um futebol mais directo.
22' Faioli falha oportunidade de golo
11' Hugo Morais sofre falta e está a ser assistido dentro do campo. Jogo interrompido durante 3 minutos para prestar assistência a Hugo Morais, que ficou estendido no relvado depois de um choque com Festas
5' - Jorginho ganha a linha de fundo, cruza a meia altura e Bezu, ao primeiro poste, atira-se de carrinho e desvia a bola com perigo para a baliza de Diego que ficou pregado a ver o esférico a sair junto ao seu poste direito.
4' - Braga manda bola por cima da barra depois de passe de Hugo Morais. Passou o perigo para o Aliados.
16h01 - INÍCIO DA PARTIDA! Leixões dá pontapé de saída
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Campo da Parteira, Lordelo (Paredes)

Árbitro: Pedro Henriques
Hora: 16h00

Aliados de Lordelo: César, Jorginho, Filipe, Jorge Lopes, Fernandes, Correia, Pedrinho, Bezu, Festas, Wagner e Rui Costa
Suplentes: Armando, André, Montenegro, Xavier, Chiquinho, Poeira e Queirós.
Treinador: José Augusto
Leixões: Diego, Sony, Tucker e Joel, Laranjeiro, Wênio, Ruben, Hugo Morais e Tiago Cintra, Braga e Faioli
Suplentes: Fonseca, Gallo, Fábio Espinho, Pouga, Cauê, Trombetta
Treinador: João Fonseca

Sete Dias depois.... mais de 1000 visitas

O blog Leixões tem nova cara desde o passado dia 15 de Novembro e com isso coloquei um contador a contar do zero. Passados sete dias atingimos as mil visitas. OBRIGADO a todos (sem excepção) que, diariamente, me dão forças para acreditar!
OBRIGADO!

À quarta tentativa

Quase se pode dizer que José Mota nem precisa de sair de casa para se apresentar ao jogo do Leixões frente ao Aliados de Lordelo. O técnico mora em Paços de Ferreira, a escassos quilómetros do Estádio da Parteira, no mesmo sítio onde despontou para o futebol, há muito tempo. Natural da freguesia de Lordelo, José Mota tem uma relação familiar com o modesto clube, com pouca história na Taça de Portugal. Não será por isso que deixa de ser um potencial tomba-gigantes, estatuto que já logrou em 1978/77 ao eliminar o Leixões de então, na I Divisão.
Dos três confrontos com o Aliados de Lordelo, precisamente todos na Taça de Portugal, a equipa de Matosinhos só ganhou uma vez. Isto chega para mostrar que não é um adversário fácil, como não o foi na época passada na recepção ao Trofense, arrastando o jogo para o prolongamento e por aí ficou. O Leixões volta ao campo da Parteira para tentar levar os louros para o Mar, tendo ainda a memória fresca do quanto foi difícil vencer o jogo de pré-época. Fonseca foi o guarda-redes escolhido por José Mota nessa altura, devendo ser a nova aposta para a baliza do Leixões. O argentino Trombetta (também titular na apresentação do Aliados de Lordelo) perfila-se para fazer companhia a Joel no eixo da defesa e Faioli será a novidade na frente de ataque. O avançado vietnamita Le Cong Vinh já está em Matosinhos, depois de ter estado ao serviço da selecção do seu país. Treinou ontem, mas não faz parte das opções.
fonte: O JOGO online

Apresentação de Livro amanhã no auditório

Na próxima segunda-feira, 23 de Novembro, tem lugar, no auditório do Estádio do Mar, a apresentação do livro “Memórias de um Treinador de Futebol”, de Manuel Oliveira. A biografia do antigo treinador do Leixões Sport Club, editada pela Âncora Editora, será apresentada pelo presidente da SAD leixonense, Carlos Oliveira, e pelo psicólogo Manuel Nascimento Rodrigues. A sessão tem início pelas 18h30.
fonte e foto: site oficial LSC
NOTA: Segundo o site da Editora (Âncora Editora) o livro tem o preço de capa de 18€!

Volei Sénior Masculino > Leixões - Castelo

Sábado, 21 de Novembro de 2009

Convocados para a Taça de Portugal

Guarda-redes: Diego e Fonseca.
Defesas: Sony, Tucker, Laranjeiro, Trombetta, Joel e Nelson.
Médios: Hugo Morais, Fábio Espinho, Wênio, Cauê, Bruno Gallo e Ruben.
Avançados: Pouga, Braga, Tiago Cintra, Léo e Faioli.

Volei Sénior Masculino perde diante do Castelo

Realizou-se esta tarde na Nave Ilídio Ramos do pavilhão desportos e congressos de Matosinhos mais uma jornada a contar para o campeonato nacional da Divisão A1 sénior masculino. O Leixões recebeu o Castelo (de Ricardo Lima e Nélson Carvalho) e perderam por 0-3 com parciais de 19-25, 14-25 e 13-25.

Café Requinte apoia o Blog Leixões e a LSCtv

Está aberta mais uma parceria fundamental para o blog Leixões e para a LSCtv. Conseguimos um patrocinador de alta qualidade no concelho de Matosinhos e não só. O Café Requinte, que é centenário em Matosinhos, passa a fazer parte dos parceiros do Blog Leixões e da LSCtv. Se bem se sabe este é o café propriedade do ex guarda-redes leixonense Beto (que agora está no Porto). Informa-se os leixonenses e restantes visitantes que o Café Requinte está actualmente em obras no seu local habitual (Rua do Godinho) sendo que actualmente está a funcionar na Rua Conde Alto Mearim 777 (paralela à Rua do Godinho) também em Matosinhos. O telefone é o seguinte 229 381 416. A partir da próxima semana será também alvo de publicidade na LSCtv!

Leixões SC - Castêlo

COMPAREÇA!
O SEU APOIO É IMPORTANTE!

Ausência de Mota controlada

A ausência do treinador José Mota do banco de suplentes no desafio de amanhã, devido ao castigo que lhe foi aplicado pela Comissão Disciplinar da Liga, está controlada e não terá influência na manobra da equipa. Um argumento defendido ontem pelo adjunto Jorge Mendonça e justificado pela possibilidade de comunicação que José Mota terá com os seus atletas.
"A ausência de José Mota não muda o comportamento que a equipa apresentará porque, fundamentalmente, esse trabalho foi desenvolvido durante a semana de preparação. Além do mais, em virtude da dimensão do recinto do adversário, o nosso treinador não terá grande dificuldade em passar uma mensagem à equipa caso o pretenda", justificou Jorge Mendonça.
Conhecimento profundoAo invés do que sucedeu frente ao Casa Pia na última eliminatória da Taça de Portugal, numa partida em que José Mota permitiu minutos de rodagem a alguns dos atletas menos utilizados do plantel, a partida de amanhã não foi classificada de propícia para dar sequência à denominada rotatividade do grupo. "Temos um conhecimento bem aprofundado das características do adversário. Não só pelo relacionamento existente, mas também porque todos os anos realizamos jogos particulares frente ao Aliados", disse Jorge Mendonça, garantindo que "os jogadores estão bem preparados para o que vão encontrar": "Apesar das dificuldades estamos confiantes que tudo acabará bem."
fonte: site RECORD

Mendonça no banco com Mota detrás

Jorge Mendonça substitui José Mota frente ao Aliados de Lordelo, no primeiro jogo de um castigo de um mês do treinador do Leixões. A situação, diz, Jorge Mendonça, "não muda muito" o planeamento, até porque o "campo permite a proximidade a José Mota", que estará do outro lado da vedação. O envolvimento ao Aliados de Lordelo não é exclusivo à família Mota. Também Jorge Mendonça é um seguidor - por influência profissional - atento do adversário do Leixões. "Conhecemos há mais de dez anos o clube dirigido por pessoas sérias e por bons jogadores, tanto que na época passada foram eliminados pelo Trofense com azar".
fonte: O JOGO online

Paulo Tavares já corre

Paulo Tavares regressou esta sexta-feira ao relvado, depois de longa paragem por lesão. O médio ainda não integrou, esta temporada, nenhuma convocatória de José Mota. Com o técnico castigado por declarações proferidas aquando do jogo com o Nacional, o adjunto Jorge Mendonça foi quem compareceu na conferência de Imprensa para fazer a antevisão ao jogo com o Aliados, referente à quarta eliminatória da Taça de Portugal «Avisámos os jogadores para as dificuldade inerentes a este tipo de jogos. Falámos disso durante toda a semana e esperamos que eles dêem uma resposta à altura, portanto não é por falta de avisos que não o farão», afirmou na antevisão a Lordelo onde defrontam o Aliados, clube da terra Natal de Mota.
Hoje desde as 10 horas há novo treino no campo de treinos Óscar Marques, seguindo-se a divulgação dos convocados.
fonte: site A BOLA

Calendário Futebol

Pedro Henriques arbitra Taça

O segundo jogo do Leixões Sport Club na Taça de Portugal 2009/10 será arbitrado por Pedro Henriques, da AF Lisboa.O juiz de 44 anos, oficial do exército de profissão, foi nomeado pelo Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol para o Aliados FC Lordelo-Leixões SC, da 4.ª eliminatória da Taça, que se realiza domingo, 22 de Novembro, pelas 16h00, no Estádio da Parteira, em Lordelo (Paredes).

Sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

Notícias LSCtv - 28

Finalmente consegui resolver o problema que me estava a impedir de publicar as Notícias online

Volei Sénior Feminino perde avião

Com viagem prevista para o final desta tarde, o volei sénior feminino concentrou-se em frente ao Centro de Congressos de Matosinhos tendo sido transportado pelo autocarro do Leixões até ao aeroporto. No entanto nem tudo correu como esperado tendo ficado em terra por ter chegado tarde ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro…
Resultado: jogo diante da equipa do Pico que estava marcado para amanhã terá de ser adiado para uma próxima oportunidade!

Antevisão do jogo com o Aliados de Lordelo

Mota vs Mota

Lordelo já está em festa desde que se soube que o Leixões era o visitante ilustre na Taça de Portugal, mas o jogo do próximo domingo tem um condimento muito especial para uma família. José Mota, o treinador de 45 anos, vai jogar verdadeiramente em casa. Dele e do... irmão, Joaquim Mota e presidente da Junta há 20 anos. É também o "vice" do Aliados, uma espécie de "faz-tudo" e que ainda ontem andava numa roda viva para ultimar pormenores. Impunha-se a pergunta: "Qual o lugar que vai reservar ao seu irmão?"
Como o técnico do Leixões está castigado, o irmão Joaquim, dois anos mais velho, tinha a resposta pronta: "Ele não vai ser incomodado e estará numa parte reservada. Só ele decide quem lá entra..."
A verdade é que o Aliados-Leixões está a dividir corações de uma família muito unida. Ainda ontem, com José Mota e Joaquim Mota a sorrir para um braço-de-ferro ilustrado, lá apareceu o "verdadeiro" José Mota. O mais velho, com 48 anos, dos três irmãos confessou com alguma amargura: "Não vou conseguir ver o jogo. Estarei dividido. O Aliados faz parte da minha família, mas o ‘Bano' é sangue do meu sangue desejo-lhe toda a sorte."
"Bano" é o diminutivo de Albano. É assim que José Mota sempre foi tratado em Lordelo. Ele que jogou no clube da terra até à aventura no FC Porto, onde foi campeão nacional de juniores. Regressou ao Aliados e já tinha 23 golos no pecúlio, como n.º 10, quando foi contratado pelo P. Ferreira. Depois, é uma carreira já conhecida, enquanto o irmão Joaquim fazia das tripas coração para não deixar morrer o Aliados. "É um esforço constante. Uma verdadeira ginástica financeira", diz quem procura amenizar um passivo antigo, na ordem dos 150 mil euros, para manter um clube cheio de vivacidade: "Temos cerca de 300 jovens no Aliados e não há prémios de jogo para os seniores. Eles sabem que o prémio é pagarmos sempre ao dia oito de cada mês...
fonte: site RECORD

Quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

Leixões conhece adversário da Taça da Liga na terça-feira

A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) marcou para a próxima terça-feira, o sorteio da 3.ª fase da Taça da Liga, que assinala a entrada em prova dos seis primeiros classificados da Liga na época transacta. FC Porto e Leixões (Grupo A), Sporting e Sp. Braga (Grupo B), Benfica e Nacional (Grupo C) juntam-se, assim, a União de Leiria, Portimonense, Vitória de Guimarães, Trofense, Estoril e Rio Ave, equipas que terminaram a fase anterior na primeira posição dos respectivos grupos. O sorteio da 3.ª fase da Taça da Liga realiza-se na próxima terça-feira, a partir das 12 horas, na sede da Liga de clubes, no Porto.
fonte: site A BOLA

Bilhetes para a Taça à venda

O sorteio da 4.ª eliminatória da Taça de Portugal, realizado na sede da Federação Portuguesa de Futebol, ditou que o Leixões Sport Club vai jogar com o Aliados Futebol Clube de Lordelo, no Estádio da Parteira, no próximo domingo, dia 22 de Novembro (16h00).Os bilhetes para os sócios do Leixões têm o custo de 6€ e estão à venda na sede do clube, à Rua Roberto Ivens, 528. O nosso clube tem direito a 700 ingressos.
Depois de, na ronda anterior, ter eliminado o Casa Pia, a nossa equipa defronta a formação de Lordelo, Paredes, para tentar chegar à fase seguinte da competição que o Leixões conquistou em 1960/61.
A equipa de Lordelo disputa a Zona Norte da 2.ª Divisão Nacional, encontrando-se no 11.º lugar da classificação (9 pontos, duas vitórias, três empates e três derrotas).
fonte: site oficial LSC

Fernando Alexandre já treina

Inactivo desde 19 de Setembro, o médio Fernando Alexandre foi esta quinta-feira reintegrado nos trabalhos do plantel do Leixões.
O jogador lesionou-se na partida da quinta jornada, diante do V. Guimarães, tendo sido «devolvido» temporariamente ao Sp. Braga para encetar a recuperação.
Agora está foi dado como apto e reintegrado no plantel do Leixões, ainda que seja prematuro dizer quando estará novamente disponível para competir. Para já, o facto de nem sequer constar no boletim médico abre boas perspectivas. Desta forma, Paulo Tavares, a contas com entorse no tornozelo direito, é o único jogador indisponível para José Mota em termos físicos. Nuno Silva e José Manuel terão de cumprir um e dois jogos de castigo, respectivamente.
fonte: site A BOLA

Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

Notícias LSCtv

Por motivos de força maior informo que as Notícias LSCtv só estarão disponíveis apenas amanhã. Esperando a vossa maior compreensão prometo que não irei desiludi-los!

Liga Intercalar > FC Porto 2-2 Leixões

O Leixões empatou esta tarde a 2 bolas com o Futebol Clube do Porto no Centro de estágios do Olival em jogo a contar para a 4.ª jornada da Liga Intercalar. Com este jogo o Leixões encontra-se com 8 pontos no 3.º lugar sendo que o líder da prova é o Paços e tem apenas mais um ponto que a equipa de Matosinhos. Brevemente terei mais informações sobre este jogo!

Rúben nas soluções

O médio Rúben treinou-se sem limitações na sessão matutina que o plantel do Leixões realizou ontem em Leça da Palmeira, no relvado da Bataria, e está em condições de fazer parte das soluções do técnico José Mota para o encontro de domingo, contra o Aliados de Lordelo, a contar para a Taça de Portugal. Uma boa notícia para o jogador, atendendo à contusão que lhe havia sido diagnosticada na véspera, no joelho esquerdo, e que até forçou o seu abandono prematuro dos trabalhos do plantel.
Por outro lado, numa sessão destinada quase em exclusivo ao apuro da finalização, de destacar os pormenores a nível técnico e capacidade de concretização que o brasileiro Faioli apresentou ao nível dos remates de cabeça.
Tertúlia a ferver
A Tertúlia Leixonense reuniu-se anteontem no estádio e ficou à espera de Carlos Oliveira. O presidente confirmou a presença mas não apareceu. Um dos tertulianos queria perguntar-lhe se há salários em atraso...
fonte: site RECORD

Máfia Vermelha não está legalizada... a culpa é do nome...

O processo de legalização da claque do Leixões, Máfia Vermelha, foi negado, dado a óbvia conotação da sua designação a actividades criminosas. O regime jurídico do combate à violência associada ao desporto inviabilizou assim o projecto liderado por Jorge Moreira, bem como impede a utilização de qualquer tipo de material de apoio com referências à Máfia Vermelha. O grupo de adeptos já foi informado pela polícia que no próximo jogo do Leixões, em casa, frente ao Braga serão interditas tarjas, megafones ou instrumentos musicais. As indicações têm sido acatadas, pois o clube sujeita-se a ser penalizado pelo Instituto do Desporto Português. "Não somos reconhecidos como claque organizada, porque razão vão sempre 'spoters [agentes da PSP que acompanham e vigiam as claques] connosco nos autocarros, se viajamos agora como qualquer outro adepto em excursão", questiona, Jorge Moreira. O acompanhamento policial assegura que a lei é cumprida. O Leixões não deixará de ter apoio, mas nunca mais pela Máfia Vermelha. A não ser que mude de nome.
fonte: O JOGO online

Tertúlia Leixonense reunida para o voluntariado

O abandono a que foi votada a loja do Leixões no mercado de Matosinhos, por incapacidade económica em suportar o vencimento de um funcionário, mexeu com as emoções dos adeptos reunidos no movimento Tertúlia Leixonense. O grupo de discussão sobre assuntos da actualidade do clube apresentou o caso aos sócios, na segunda-feira à noite, reerguendo do esquecimento o apelo ao voluntariado, criando para o efeito um formulário para inscrições. O conceito não é novo. Ajudar o Leixões, conforme as possibilidades, é um espírito tão antigo quanto o cimento com o qual se construiu o Estádio do Mar, em 1964, graças às doações dos pescadores. A Tertúlia Leixonense levantou a voz, dizendo ser hora de os sócios oferecerem, na medida do possível, o apoio desinteressado ao Leixões.
A ideia é formar uma comissão de voluntários, que será organizada e estruturada por um coordenador de voluntariado a designar pela SAD do Leixões. Seja por uma hora, dois dias ou toda a semana, haverá sempre quem tenha tempo e dedicação para disponibilizar em tarefas simples como limpeza ou pequenos consertos técnicos. Os voluntários não estarão sozinhos nesta cruzada. As instalações do estádio escondem os rostos de Belmiro Fonseca e de Maria João Calisto, dois missionários solitários da boa vontade. Cada um deles dá o que o sabe e o que o corpo permite fazer.
A reforma chegou há três anos, mas Belmiro Fonseca, com 62 anos, já andava pelo Mar muito antes. É o típico leixonense "desde pequenino". "Desde a primária que sou sócio, ainda a sede do clube era em frente à escola", conta. Há cinco anos decidiu, juntamente com mais dez sócios, pegar na trincha e reavivar as cores do Estádio do Mar. As paredes ficaram mais bonitas, mas o desgaste afastou os restantes companheiros de obra. Restou Belmiro Fonseca e os seus conhecimentos de serralharia e disposição para os "biscates". É ele que faz os reparos na casa dos jogadores e acode a todas as aflições. "Faço tudo isto sem receber um tostão!" É bom que venha mais gente para ajudar a construir", apela.
Em Agosto do ano passado, Maria João Calisto, agora com 59 anos, tirou horas à máquina da costura para agarrar na vassoura. Limpa o pó e retira o lixo do chão nos camarotes. As bolhas nas mãos cresceram sem, contudo, a impedirem de usar o dedal cada vez que dá um "jeitinho na roupa ou no equipamento dos jogadores". "É uma forma de aliviar as despesas da SAD", explicou. Belmiro Fonseca e Maria João Calisto já merecem companhia. Carlos Oliveira aplaude a iniciativa, "que envolverá a sociedade à colectividade", vislumbrando a possibilidade de "aparecerem pessoas com experiência em organização e com habilitações que podem ajudar na estrutura da SAD". Além disso, acrescenta o presidente, "o trabalho é feito com amor à camisola, ajudando a reduzir a factura dos custos". "Será a prova que os clubes continuam a ser o espelho da alma dos adeptos e da sociedade onde se insere. A ideia mostra que vale a pena um investimento nos tempos livres. Isto atesta por que defendo que os presidentes dos clubes não devem ser remunerados": também devem ser voluntários", resumiu. O JOGO online

Se quiserem ser voluntários do clube de Matosinhos é só fazerem o download da página em anexo, imprimir, preencher e depois é só entregar no Leixões, ou na sede ou no Estádio do Mar!

Terça-feira, 17 de Novembro de 2009

Ruben treina sem limitações

Depois do susto de segunda-feira, Rúben já voltou a treinar-se sem problemas. O traumatismo no joelho esquerdo parece já ter ficado para trás.Rúben deixou o treino da véspera a meio depois do toque dum companheiro. O técnico não pode contar com Fernando Alexandre, Berger e Paulo Tavares todos por questões físicas. Por motivos disciplinares, José Mota não conta com Nuno Silva (um jogo) e Zé Manel (dois jogos). O Leixões tem agendado para amanhã a deslocação ao Olival e domingo vai a Lordelo defrontar os Aliados na quarta eliminatória da Taça de Portugal.
fonte: site A BOLA

Hugo Morais garante que "vamos conseguir" permanência

Hugo Morais já conquistou um cantinho especial na história do Leixões. Foi ele que, no jogo da subida à Liga, abriu o caminho do triunfo (1-2) diante do Olivais e Moscavide. Nos festejos, ajoelhou-se e agradeceu o momento, esquecendo, assim, as fases difíceis de uma carreira que ponderou terminar precocemente. Em Matosinhos, encontrou o equilíbrio e de miúdo rebelde transformou-se num homem maduro, que conhece as suas virtudes e defeitos. O número sete é um dos indiscutíveis de José Mota e confia que, no final da época, a permanência vai ser atingida.
- Quando chegou ao Leixões, no início da época 2006/07, certamente estava longe de imaginar que, passados quatro anos, seria um dos capitães de equipa...
- É verdade. Parece que foi ontem. Vim para o Leixões num momento em que tinha considerado a hipótese de terminar a carreira. Tinha acabado o 12.º ano e pensava candidatar-me à faculdade, depois de um ano desmotivante no Barreirense. Ia mesmo deixar o futebol, mas surgiu um convite através do Vítor Oliveira. E logo no primeiro ano, subimos de divisão.
- Tinha acabado de participar num Torneio na Holanda, integrado numa equipa do Estágio de Desempregados do Sindicato, quando foi contactado pelo Leixões...
- Fui contactado ainda antes. Esse torneio correu-me bem, foi considerado o melhor jogador e muitas pessoas vieram falar comigo, querendo saber informações sobre a minha carreira. Regressei a Portugal e não houve contacto de mais ninguém e tinha de dar uma resposta ao Leixões. Curiosamente, e isto nunca mais esqueço, tinha estado à meia hora no cartório, com o Nené, a assinar o contrato, quando me ligou o Joaquim Evangelista, presidente do Sindicato, a avisar que um clube da Holanda, o Willem II, me ia ligar. Estava ao telefone com ele quando entrou essa chamada da Holanda [sorriso]. Atendi e disseram-me que gostaram muito de mim e tinham um contrato de mais de um ano, com boas condições financeiras, para me oferecer. Fiquei baralhado por uns instantes, mas já tinha assinado e não podia voltar atrás.
- É verdade que o Vítor Oliveira quando lhe ligou disse que conhecia o seu potencial mas também o seu... mau feitio?
- [Sorriso]. Foi mais ao menos isso. Cheguei ao Marítimo muito novo e toda a gente dizia que era uma promessa adiada. Era muito rebelde, reconheço isso, e essa imagem foi passando. Hoje, estou mais calmo, já páro para pensar, mas antes custava-me engolir certas coisas. Na Madeira, tive um treinador que me ajudou em termos psicológicos, o Nelo Vingada, e, à medida que o tempo foi passando, fui ganhando traquejo.
- Percebe-se o porquê de se entender bem com Vítor Oliveira...
- [Sorriso]. Exacto. Tivemos uma relação amor-ódio. O Vítor é uma pessoa muito importante na minha carreira. Está sempre a dizer que não lhe devo nada, mas sempre que há oportunidade e me falam dele, não tenho problemas em dizer que foi um autêntico pai no futebol para mim.
“Cheguei no ‘timing’ certo”
- Chegou tarde ao Leixões?
- [Pausa]. É difícil responder, mas pensando bem cheguei numa altura crucial para o Leixões, um ano de mudança, que coincidiu com a subida à Liga, depois de muitos anos a morrer na praia. Tive a felicidade de estar presente nesse momento. Se tivesse vindo mais cedo, podia ter passado ao lado. Assim, acho que vim no ‘timing’ certo.
- Apaixonou-se pelo Leixões?
- Sim, sem dúvida. O Leixões ficará sempre marcado na minha vida em termos de sucesso. Tem sido aqui que tenho vivido as melhores fases da minha carreira, tanto em termos pessoais como colectivos. Foi aqui que alcancei um objectivo que era esperado por muita gente e fizemos história, com a subida à Liga.
- A cidade de Matosinhos ou o clube surpreendeu-o?
- Não. Já tinha vivido em Braga e sabia como são as pessoas do Norte. Também já tinha jogado contra o Leixões e, como sou muito observador, sempre reparei em vários pormenores e a forma como a massa associativa acompanha o clube. Adoro Lisboa, a minha cidade, mas aqui acarinham mais as pessoas.
- Estudou até ao 12.º ano em que área?
- Línguas, agrupamento 4. Na altura, equacionei Jornalismo e Geografia e cheguei a fazer as específicas para Geografia Especializada. Gosto muito de viajar, de conhecer os pormenores dos terrenos, e se não seguisse o futebol iria optar por esta área.
“Tenho a vida organizada”
- Aos 31 anos, já pensou alguma vez no fim da carreira?
- Vou pensando, de forma saudável, como forma de salvaguardar o futuro. Se calhar, alguns colegas não pensam tanto e depois quando acaba não sabem o que fazer. Graças a Deus, apesar de não ter representado nenhum dos grandes, e não ter ganho balúrdios, por influência dos meus pais e da minha forma de estar, fui guardando um pé-de-meia, que me permite ter a vida organizada.
- Houve mais jogadores na família?
- O meu pai jogou no Académico de Viseu. Era um jogador diferente de mim, era mais rápido. Tive um primo no Benfica e Guimarães, o Fonseca, e outro que era uma promessa, também chamado Fonseca, que esteve no Olivais e Moscavide. O futebol para mim começou na rua, na praia, e uma vez o meu pai levou-me a treinar ao Benfica.
- O clube do qual é adepto...
- Sim, isso nunca escondi. Este ano, penso que o Benfica tem todas as condições para conquistar o título, pois está mais forte e tem treinador que, em termos tácticos, é muito bom. Depois, tem a sorte de FC Porto não estar tão bem e Sporting atravessar uma fase muito má, que culminou com a saída do Paulo Bento.
- Foi campeão nacional pelo Benfica...
- Sim, logo no meu primeiro ano de infantis. Ganhámos 1-0 ao FC Porto, num jogo no campo da Naval. Estive no Benfica até aos juniores. Depois, fui para o Estrela da Amadora, ainda com idade júnior, e aquela equipa tinha grandes jogadores: o Jorge Andrade, o irmão dele, o Carlos Andrade, que jogou no Salgueiros, Sérgio Marquês e Paulo Sérgio.
- Quanto tempo esteve a cumprir serviço militar?
- Seis meses. Fiz a recruta em Abrantes, depois passei para Santa Margarida e, por último, estive em Mafra. Nesta altura, foi complicado conciliar com o futebol. Ainda tive no Sintrense, com o Daúto Faquirá, mas só conseguia treinar à sexta-feira e, por isso, pedi que me dispensassem. Assim, em Janeiro, já depois de ter acabado a tropa, fui para o Estrelas de Vendas Novas, onde conheci um treinador que também me marcou bastante, o António Pereira, que, se calhar, só não foi mais longe na carreira também pelo seu perfil único. O primeiro jogo foi logo contra o Marítimo, para a Taça de Portugal, estava com 86kg, mas uma enorme fome de bola. Perdemos o jogo, mas até estivemos a ganhar e as coisas correram-me bem, ao ponto do Nelo Vingada ter falado comigo no final para ir para o Marítimo B.
“Madeira é especial”
- Dá-se depois a aventura na Madeira, onde esteve cinco anos...
- Sim, a Madeira, para mim, é especial. Primeiro fui lá onde conheci a minha namorada, a Joana. Profissionalmente, as coisas podiam ter corrido melhor, sobretudo, no Marítimo. As minhas melhores fases de ligação ao Marítimo foi quando estive emprestado. Na Camacha, foi a minha melhor época a nível de golos, fiz 12, no União da Madeira, individualmente, as coisas correram-me bem, apesar de termos descido. No Marítimo, nunca me deixaram respirar. O Nelo Vingada contava comigo, até cheguei a ser titular, mas depois saiu e, de repente, também fui afastado da equipa. Ainda fiz a pré-época quando o Cajuda chegou à equipa, mas queria sair, estava desmotivado, e sentia que o meu ciclo já tinha terminado ali. Fui para as Aves e recuperei o gosto de jogar e, por pouco, não subimos.
- Regressou depois ao Estrela da Amadora, mas foi dispensado antes de começar o campeonato...
- O António Conceição, que ainda há pouco estava a treinar o Cluj, já me tinha convidado na época anterior, mas, na altura, não foi possível, pois já tinha jogado por Marítimo e Aves na mesma época e não podia ter uma terceira inscrição. Acabei então a época no Aves e, na temporada seguinte, fui para o Estrela. Quatro dias antes de começar o campeonato, o treinador disse-me que não contava comigo. Fiquei perplexo, porque antes ele tinha feito tudo para que fosse para lá. Não sei o que aconteceu. Fui para o Barreirense, na Liga de Honra, algo desmotivado. Sem dar conta, a minha carreira passou para segundo plano, independentemente de ter sido sempre profissional no trabalho. Nessa altura, coloquei em causa se havia de continuar ou não. Todos os dias fazia 50km de Lisboa para o Barreiro. A minha alegria era ir para a escola à noite...
“Grupo tem estado unido”
- Polémicas à parte, a derrota com o Nacional, da forma que foi, ainda uniu mais o grupo?
- Sim. O grupo tem estado sempre unido e tem consciência que esta época não tem nada a ver com a temporada passada. Não acho positivo que se façam comparações com o passado. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. O que se passou, foi bom, mas acabou. Este ano, temos uma equipa nova, com jogadores oriundos de outros campeonatos, mas temos qualidade e estou convicto que ainda vamos dar muitas alegrias aos adeptos. Não estamos numa fase boa, mas isso acontece a todas as equipas. Vamos fazer um campeonato tranquilo.
- A esta distância do final da época, está seguro que o Leixões vai conseguir a permanência?
- Sim, sem dúvida! Temos de ser optimistas e contagiar quem está mais descrente. Este clube tem pergaminhos no futebol português e quem está cá tem de dar tudo e deixar a pele em campo. Vamos conseguir os nossos objectivos.
fonte: site MH