José Mota chegou e reparou que não havia no plantel um médio para concorrer com Bruno China e, simultaneamente, apoiá-lo quando a equipa necessitasse. A SAD liderada por Carlos Oliveira lançou-se na procura de mais um reforço e encontrou Scoppa, um internacional jovem argentino, ex-Boca Juniors e cedido pelo FC Porto. O excelente cartão de visita indicava que o problema estaria resolvido, mas não foi assim e Scoppa foi dispensado para o Covilhã. Seguiu-se nova pesquisa e novo resultado frustrante. Alexandre esteve no Mar 15 dias e o Leixões invocou o período experimental para o dispensar.
Já em Agosto, surgiu em Matosinhos um costa-riquenho que jogou nos Estados Unidos. O empresário dispôs-se a pagar o seu vencimento, a SAD acedeu a contratá-lo. Afinal, Brandón era médio esquerdo e lesionou-se quase de seguida. No limite das inscrições, o empresário Ulisses Santos trouxe Roberto Sousa. As credenciais do ex-Celta de Vigo eram fantásticas, mas o exemplo de Scoppa fez desconfiar. No entanto, à quarta foi mesmo de vez. Desde que Roberto entrou na equipa, contra o Braga, o Leixões ainda não perdeu.
"Estamos num excelente momento mas já tínhamos ganho antes de eu chegar", vincou o médio brasileiro, radiante em Matosinhos, por ter encontrado "uma família."Roberto diz que "é mais gratificante disputar a I Liga portuguesa do que a II Liga espanhola", apostado em conseguir um grande contrato no final da época. "Voltar ao Brasil é que não. Queria um grande português", refere, encantado com um futebol "veloz e duro", no qual se sente como peixe na água
Já em Agosto, surgiu em Matosinhos um costa-riquenho que jogou nos Estados Unidos. O empresário dispôs-se a pagar o seu vencimento, a SAD acedeu a contratá-lo. Afinal, Brandón era médio esquerdo e lesionou-se quase de seguida. No limite das inscrições, o empresário Ulisses Santos trouxe Roberto Sousa. As credenciais do ex-Celta de Vigo eram fantásticas, mas o exemplo de Scoppa fez desconfiar. No entanto, à quarta foi mesmo de vez. Desde que Roberto entrou na equipa, contra o Braga, o Leixões ainda não perdeu.
"Estamos num excelente momento mas já tínhamos ganho antes de eu chegar", vincou o médio brasileiro, radiante em Matosinhos, por ter encontrado "uma família."Roberto diz que "é mais gratificante disputar a I Liga portuguesa do que a II Liga espanhola", apostado em conseguir um grande contrato no final da época. "Voltar ao Brasil é que não. Queria um grande português", refere, encantado com um futebol "veloz e duro", no qual se sente como peixe na água
Último golo há dois anos e um Mundial na carreira
Roberto diz-se um jogador regular. "É o meu grande atributo", resume, ele que já conviveu com goleadores como Viola ou Sóbis, mas nem por isso aprendeu. O último que marcou foi em 2006, pelo Salamanca. No Leixões, procura relançar uma carreira que em 2005, quando ganhou o bronze no Mundial de Sub-20, era brilhante. "Perdemos para Messi e Aguero", recorda. O futsal, que jogava nas férias é uma paixão antiga. As tatuagens são algo mais recente. Já tem quatro!
fonte: site O JOGO
Roberto diz-se um jogador regular. "É o meu grande atributo", resume, ele que já conviveu com goleadores como Viola ou Sóbis, mas nem por isso aprendeu. O último que marcou foi em 2006, pelo Salamanca. No Leixões, procura relançar uma carreira que em 2005, quando ganhou o bronze no Mundial de Sub-20, era brilhante. "Perdemos para Messi e Aguero", recorda. O futsal, que jogava nas férias é uma paixão antiga. As tatuagens são algo mais recente. Já tem quatro!
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