"Você quer jogar futebol, então tente a sua sorte." As palavras são da mãe de Wesley e datam de 1999. O actual melhor marcador da Liga nacional – juntamente com William, do Paços de Ferreira – foi pedreiro nas obras, com o pai, até aos 19 anos, quando surgiu uma oportunidade. A mãe apoiou-o – e , actualmente, os adeptos do Leixões agradecem-lhe.'Até então apenas jogava futsal com os meus amigos. Um dia, fui convidado por um antigo guarda- -redes a fazer uns testes no Ituano, em São Paulo. A partir daí foi sempre a subir', conta Wesley, médio ofensivo, que nega qualquer destaque na equipa do Leixões apesar dos quatro golos que já leva em cinco jogos na Liga.
'Não sou um craque nem um salvador da pátria. Estou a passar este momento porque todos os meus colegas e o treinador têm ajudado muito. As coisas acontecem graças ao empenho de todos', analisa o brasileiro, que chegou a Portugal para o Penafiel (ver caixa) em 2003/04.
A pergunta já não é nova para o jogador, que em 2007/08 marcou 11 golos na Liga peloPaços. Para quando o salto para um grande? 'Não vivo obcecado com isso. Agradeço tudo o que já tenho e só quero trabalhar. Nunca mudarei a minha forma de jogar só porque olheiros do Real Madrid ou Barcelona, por exemplo, estão a assistir', sublinha o jogador, de 28 anos.
Tal como nos pacenses, Wesley tem José Mota como treinador no Leixões. O que facilita. 'É como um amigo para os jogadores. Quando é para trabalhar, exige-nos o máximo. Quando é para brincar, até nos dá porrada e nós damos porrada nele. Ele não exige vitórias mas sim o máximo esforço. Admiro-o', remata o goleador brasileiro.
ANTÓNIO OLIVEIRA FOI O OLHEIRO
António Oliveira, antigo presidente do Penafiel, foi quem trouxe Wesley para Portugal. 'Assistiu a um jogo meu na Copa do Brasil e convenceu-me. O meu empresário estava a tratar de outra possibilidade em Portugal, também na Liga de Honra, mas preferi o Penafiel', conta o médio ofensivo, que apesar de jogar em Matosinhos continua instalado na cidade penafidelense.
fonte & foto: CM
António Oliveira, antigo presidente do Penafiel, foi quem trouxe Wesley para Portugal. 'Assistiu a um jogo meu na Copa do Brasil e convenceu-me. O meu empresário estava a tratar de outra possibilidade em Portugal, também na Liga de Honra, mas preferi o Penafiel', conta o médio ofensivo, que apesar de jogar em Matosinhos continua instalado na cidade penafidelense.
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