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Estádio do Mar: 50 anos de história

1 de janeiro de 1964 ficará para sempre marcado na história do Leixões Sport Club. O Estádio do Mar mexeu, desde cedo, com a comunidade leixonense e matosinhense.
Foi com um grupo liderado por Damião Aguiar, Edmundo Ferreira, Emídio Teixeira de Carvalho, Edison de Magalhães, António da Costa Lage, Carlos Reguengo, João Ribeiro entre outros que juntos encontraram os tais 500 contos que serviriam para vira a adquirir os 28 mil metros quadrados ali para os lados da Cruz de Pau em Matosinhos. 
Havia um terreno, uma grande cova mas ainda não existia o campo para que os jogos se pudessem realizar. O eng. Manuel Lopes de Amorim encarregou-se de construir o relvado e o terreno de jogo nasceria ao contário, no sentido nascente/ponte, o que motivava que sempre que os jogos fossem ao final da tarde, um dos guarda-redes não tinha a possibilidade de ver a bola uma vez que o pôr do sol lhe encadearia a vista. Foi, então, virado o campo no sentido norte/sul, a configuração que ainda hoje mantém. O terreno viria a ser inaugurado no primeiro dia do ano de 1964.
Mas o projeto do Estádio do Mar foi da autoria do arquiteto Carlos Loureiro que foi motivado pela intervenção de Edison de Magalhães que viria a revolucionar a vida do clube. 
O nome do estádio, esse, deveu-se a Emídio Teixeira de Carvalho. A simples homenagem aos pescadores, que contribuiram com um tostão por cada cabaz de sardinhas pescadas. O exemplo serviria, mais tarde, em outros locais do país...
O Governador Civil do Porto, à data, eng. Brito e Cunha, e o Presidente da Câmara Municipal, Eng. Fernaando Pinto de Oliveira, foram apenas duas das personalidades a estarem presentes na inauguração do nosso estádio. 
O Sport Lisboa e Benfica, que tinha nomes como Costa Pereira, António Simões, Mário Coluna, Torres ou Eusébio, foi o convidado de honra na inauguração do Estádio. O Benfica estreou o relvado e bateu o Leixões por 4-0 numa cerimónia que foi engalanada por muitos.
Daí para cá, várias foram as alterações que o Estádio do Mar sofreu. Desde a construção da bancada central em cimento (antes era uma bancada de madeira onde os associados tinham o seu lugar numerado) ao levantamento do relvado por altura da participação na Taça UEFA em 2002 passando pela cobertura na bancada da Superior e a iluminação artificial são outros dos marcos da história deste Estádio que continua a ser construída de dia para dia!
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