As vendas de Beto ao FC Porto, por valores não divulgados (terá rendido cerca de 500 mil euros), de Wesley ao Vaslui (Roménia), por 250 mil; de Jorge Gonçalves ao Racing Santander (Espanha), por 450 mil; e de Angulo ao Corunha (Espanha), por 100 mil; muito rigor nas despesas e alguma criatividade resultaram numa época memorável para o Leixões a nível financeiro, só comparável à primeira volta sensacional conseguida pela equipa comandada por José Mota na primeira volta do campeonato. Com um resultado positivo de meio milhão de euros, as contas do último exercício (2008/09) confirmaram a curva ascendente da SAD, que, em regra, apresenta défices na ordem dos 1,5 milhões de euros, e significam o pagamento de "uma promessa" especial para o presidente Carlos Oliveira.
O problema que ensombra esta marca histórica da SAD, que não engloba as transferências de Bruno China (Maiorca, por 500 mil euros), Chumbinho (Ethnikos Piraeus, por 90 mil) e David Lopes (Córdoba, por 100 mil), é o pesado passivo que persegue clube e sociedade desportiva: 3,4 milhões de euros. É por isso que o dirigente festeja com moderação. Antes, era o caos. "Quando cheguei (Março de 2004) encontrei uma SAD falida. Os administradores ganhavam 400 mil euros por mês e, em 1993/94, com a equipa a disputar a Liga de Honra, os jogadores eram mais bem pagos do que actualmente. Recuperámos cerca de um milhão de euros e pagámos quase 700 mil em multas e dívidas", contou. Certo de que o Leixões precisa de dois milhões de euros para poder navegar em águas calmas, Carlos Oliveira tem em mente várias soluções: maior apoio das empresas; criação de um Fundo de Garantia Mútuo (ideia já proposta à Liga), que permitiria a distribuição mais equilibrada das receitas de publicidade; contracção de um novo empréstimo, e, por fim, aumento do capital social da SAD. Em fim de mandato, o presidente do clube está disposto a tudo, menos a confrontar-se com uma segunda situação de ordenados em atraso. "Se as condições não melhorarem, saio", anunciou.
O problema que ensombra esta marca histórica da SAD, que não engloba as transferências de Bruno China (Maiorca, por 500 mil euros), Chumbinho (Ethnikos Piraeus, por 90 mil) e David Lopes (Córdoba, por 100 mil), é o pesado passivo que persegue clube e sociedade desportiva: 3,4 milhões de euros. É por isso que o dirigente festeja com moderação. Antes, era o caos. "Quando cheguei (Março de 2004) encontrei uma SAD falida. Os administradores ganhavam 400 mil euros por mês e, em 1993/94, com a equipa a disputar a Liga de Honra, os jogadores eram mais bem pagos do que actualmente. Recuperámos cerca de um milhão de euros e pagámos quase 700 mil em multas e dívidas", contou. Certo de que o Leixões precisa de dois milhões de euros para poder navegar em águas calmas, Carlos Oliveira tem em mente várias soluções: maior apoio das empresas; criação de um Fundo de Garantia Mútuo (ideia já proposta à Liga), que permitiria a distribuição mais equilibrada das receitas de publicidade; contracção de um novo empréstimo, e, por fim, aumento do capital social da SAD. Em fim de mandato, o presidente do clube está disposto a tudo, menos a confrontar-se com uma segunda situação de ordenados em atraso. "Se as condições não melhorarem, saio", anunciou.
fonte: O JOGO online
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